Nutrição mineral de hortaliças: LVI - carência de macro nutrientes em cebolinha (Allium schoenoprasum)

Autores

  • C.C. Belfort Universidade Federal do Piauí; CCA
  • H.P. Haag USP; E.S.A. Luiz de Queiroz; Departamento de Química

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0071-12761983000100012

Resumo

Plantas de cebolinha (Allium schoenoprasum) foram cultivadas em solução nutritiva completa ou com omissão em N, P, K, Ca, Mg, S e B, a fim de se obter o quadro sintomatológico para carências, níveis analíticos dos elementos no tecido foliar, bulbo e raízes. Foram avaliados também os efeitos no comportamento das plantas, absorção e exportação de nutrientes. A exemplo de outras aliáceas, a identificação clara de sintomas de carência na cebolinha é bastante difícil, reforçando, portanto, a necessidade de utilização de análise química. O nitrogênio foi o nutriente que mais afetou o crescimento, sendo por conseguinte, o melhor caracterizado. Tanto a carência de nitrogênio quanto cálcio prejudicou a qualidade das folhas, além de aumentar a senescência foliar. A cultura mostrou-se pouco exigente em nutrientes, extraindo por cálculo por hectare para uma população teórica de 200.000 plantas/ha, cerca de 12,2 kg de N, 3,8 kg de P, 11,4 kg de K, 3,2 kg de Ca, 2,4 kg de Mg, 1,5 kg de S e 16,9 g de B. Na fase inicial de crescimento verificaram-se maior produção de matéria seca e, por conseqüência, maiores exigências nutricionais. As folhas superaram outros órgãos da planta quanto à absorção, posicionando-se também como o órgão maior exportador, haja visto corresponder inteiramente ao que é colhido, sendo o potássio o elemento mais exportado (81,00%).

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Publicado

1983-01-01

Como Citar

Belfort, C., & Haag, H. (1983). Nutrição mineral de hortaliças: LVI - carência de macro nutrientes em cebolinha (Allium schoenoprasum) . Anais Da Escola Superior De Agricultura Luiz De Queiroz, 40(1), 221-234. https://doi.org/10.1590/S0071-12761983000100012

Edição

Seção

nao definida