Pan-africanismo e teoria social: uma herança crítica

  • Muryatan Santana Barbosa Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Palavras-chave: Pan-africanismo. Negritude. Pensamento negro. Diáspora negra. Teoria social

Resumo

o Pan-africanismo nasceu da luta de ativistas negros em prol da valorização de sua coletividade étnico-racial. Sua marca original é a construção de visões positivas e internacionalistas acerca desta identidade, entendida como comunidade negra: africana e afrodescendente. Entre seus representantes, destacam-se intelectuais como E. Blyden, W. E. Du Bois, M. Garvey, Frantz Fanon e K. N’Krumah. Na segunda metade do século XX, esta tradição sofreu severas críticas no plano teórico e político. Sobretudo, por estar supostamente criando uma visão essencialista desta coletividade negra. Este ensaio visa expor, de forma resumida, a disputa em torno do ideário pan-africano. Por fim, irá destacar como alguns princípios norteadores desta tradição podem ser úteis como aspectos teóricos da nova agência negro-africana

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Biografia do Autor

Muryatan Santana Barbosa, Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências
Professor universitário, Mestre em Sociologia e Doutorando em História da África pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências da Universidade de São Paulo
Publicado
2012-12-20
Como Citar
Barbosa, M. (2012). Pan-africanismo e teoria social: uma herança crítica. África, (31-32), 135-155. https://doi.org/10.11606/issn.2526-303X.v0i31-32p135-155
Seção
Artigos