A Institucionalização da Pauta da Infância e Adolescência no Brasil: 20 anos de ECA e a contribuição da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI)

  • Robson Dias Universidade de Brasília. Faculdade de Comunicação
Palavras-chave: Jornalismo, Direitos Humanos, Cidadania

Resumo

A partir da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990, instaurou-se um novo aparelho legal sobre a questão da infância e da adolescência no Brasil. Com o ECA, emergiu um novo paradigma: o da proteção integral à criança e ao adolescente. A partir deste marco legal, da redemocratização do país e do advento do neoliberalismo, surgiram organizações não-governamentais (Ong’s) que passariam a trabalhar com este assunto, dentre as quais, a mais proeminente é a Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI). Diferentemente da idéia histórica de menores infratores, a criança e o adolescente passaram a ter espaço próprio no noticiário com a instauração de uma pauta especializada. O jornalista como defensor dos direitos humanos e, em especial dos direitos e garantias da criança e do adolescente, passou a trabalhar em prol dessa nova representação

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Biografia do Autor

Robson Dias, Universidade de Brasília. Faculdade de Comunicação
Doutorando em Comunicação, sob orientação do Prof Dr Luiz Martins da Silva, no Programa de Pós-Graduação  da  Faculdade  de Comunicação  da  Universidade  de Brasília  (PPGFAC/UNB).  Vinculado  ao credenciamento  ao  projeto  de  pesquisa,  no  CNPQ, A  ideia  do  pós-Jornalismo (2010-2013) e O Jornalismo como Teoria Democrática (2006-2010).
Publicado
2012-09-09
Como Citar
Dias, R. (2012). A Institucionalização da Pauta da Infância e Adolescência no Brasil: 20 anos de ECA e a contribuição da Agência de Notícias dos Direitos da Infância (ANDI). Revista Alterjor, 4(2), 1-15. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/alterjor/article/view/88238