A propaganda onipresente e a crítica ao ambiente urbano:

o retrato do situacionismo na série televisiva Black Mirror

Resumo

Este artigo tem como intuito relacionar trabalhos do autor Guy Debord, incluindo sua colaboração no movimento europeu de crítica social Situacionismo (1957) e sua teoria da “Sociedade do Espetáculo”, com a série britânica Black Mirror, criada por Charlie Brooker. Termos presentes nas teses situacionistas, como Deriva e Psicogeografia, além da abordagem intensiva sobre utopia, servem de base para críticas e análises de episódios da série, como Fifteen Million Merits (2011), o escolhido para ser estudado neste trabalho. A propaganda onipresente e a crítica à criação humana do ambiente urbano são os principais pontos conectados, partilhados por ambas obras autorais, o que mostra a presença e atualidade das teses situacionistas no século XXI.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Giulia Franceschi Tessarini, PUC-Campinas

Aluna de graduação do curso de Publicidade e Propaganda da PUC-Campinas. Bolsista de iniciação científica PIBIC/CNPq

Tarcisio Torres Silva, PUC-CAMPINAS
Professor pesquisador do Centro de Linguagem e Comunicação da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Coordenador do mestrado interdisciplinar em Linguagens, Mídia e Arte na mesma universidade. Doutor em Artes Visuais pela Unicamp, com período de estágio no departamento de Estudos Culturais, Goldsmiths College, Universidade de Londres.
Publicado
2018-11-13
Como Citar
Tessarini, G., & Silva, T. (2018). A propaganda onipresente e a crítica ao ambiente urbano:. Anagrama, 12(2). Recuperado de http://www.revistas.usp.br/anagrama/article/view/150086