Televisão: janela e cárcere da mulher pós-moderna

  • Mariana de Felice Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Palavras-chave: Identidade, Feminilidade, Pós-modernidade, Programas de Auditório, Televisão

Resumo

A partir da análise de três programas de auditório tipicamente femininos, pretendemos explorar no presente artigo a construção de um imaginário feminino repleto de ideais, contradições e estereótipos veiculados pela televisão brasileira na pós-modernidade. Observaremos a ambivalência da identidade da mulher, que oscila entre a tríade amor/casamento/ maternidade e a ênfase à independência feminina, à realização profissional e à igualdade entre os gêneros. Além disso, discutiremos o narcisismo, o centramento no corpo e as diversas facetas sob a qual este é abordado na construção da identidade feminina

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Biografia do Autor

Mariana de Felice, Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP)
Graduanda em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Desenvolveu pesquisa de Iniciação Científica “Hipnose Coletiva: A identidade e a sexualidade femininas em programas de auditório”, sob orientação da Profa. Dra. Rosana de Lima Soares.
Publicado
2009-04-10
Como Citar
Felice, M. (2009). Televisão: janela e cárcere da mulher pós-moderna. Anagrama, 2(4), 1-16. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/anagrama/article/view/35389
Seção
Artigos