Quando tudo pode virar texto: a influência da criação coletiva e do processo colaborativo na dramaturgia contemporânea

  • Eduardo Cesar Silveira Universidade Anhembi Morumbi
Palavras-chave: Dramaturgia, teatro de grupo, criação coletiva, processo colaborativo

Resumo

O estudo sobre o método de trabalho de grupos de teatro, da cidade de São Paulo, que utilizam criações dramatúrgicas essencialmente coletivas, que nascem diretamente da cena e que nessa pesquisa se divide em duas vertentes. A primeira, chamada aqui de dramaturgia coletiva, tem influência da criação coletiva dos anos setenta, e a segunda, dramaturgia colaborativa, tem na sua base o processo colaborativo dos anos noventa. Mesmo tendo termos parecidos, o modus operandi de cada um é único. Interessa à pesquisa a relação de trabalho dentro dos grupos, as hierarquias existentes, os espetáculos e as relações com outros grupos e métodos. Apesar do foco no teatro paulistano, a pesquisa também contempla a análise de grupos brasileiros e estrangeiros, dentro da história mundial do teatro

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Eduardo Cesar Silveira, Universidade Anhembi Morumbi
Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/AM. Estudante do curso superior de teatro (bacharelado e licenciatura) da Universidade Anhembi Morumbi e da Escola de Arte Dramática (EAD/ECA/USP). Integra dois grupos de teatro na cidade de São Paulo e Guarulhos, respectivamente, “Núcleo de Pesquisa Teatral Os Parafernálios” e “Núcleo Arranca”
Publicado
2011-06-12
Como Citar
Silveira, E. (2011). Quando tudo pode virar texto: a influência da criação coletiva e do processo colaborativo na dramaturgia contemporânea. Anagrama, 5(1), 1-10. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/anagrama/article/view/35587
Seção
Artigos