Definir ou Não Definir Arte: objeções à tese da impossibilidade da definição de arte e perspectivas teóricas após Morris Weitz

Palavras-chave: teoria da arte, definição de arte, semelhança de família, arte contemporânea

Resumo

Este artigo trata da proposta apresentada por Morris Weitz de que não é possível definir arte em termos de condições necessárias e suficientes. Ele sustenta que as teorias em estética, ao buscarem uma definição que capture a essência da arte, tentam definir o que não pode ser definido. Este artigo mostra que o argumento de Weitz – centrado no uso do conceito de arte como “conceito aberto” e na análise da extensão do termo “arte” – é refutável por objeções que envolvem a noção de “semelhança de família”. Além disso, aponta-se duas perspectivas para o debate sobre a possibilidade de definir arte: uma que retoma a posição de Weitz e outra que propõe definições nos termos negados por ele. 

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Rosi Leny Morokawa, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação Lógica e Matafísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, pelo qual desenvolve pesquisa sobre Experiência Estética. Mestrado sobre definição estética de arte pelo Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Federal do Paraná e graduação em Filosofia pela mesma instituição. Especialização em História Social da Arte pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. 

 

Publicado
2018-12-23
Como Citar
Morokawa, R. (2018). Definir ou Não Definir Arte: objeções à tese da impossibilidade da definição de arte e perspectivas teóricas após Morris Weitz. ARS (São Paulo), 16(34), 95 - 113. https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2018.131879
Seção
Artigos