Revolução visual da arte de Eisenstein em Ivan, o Terrível

Autores

  • Atilio Avancini Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes
  • Fernanda Riscali Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2018.146458

Palavras-chave:

Mensagem cinematográfica, produção cultural, crítica de arte, construção estética, análise do fotograma

Resumo

A proposta do artigo é a leitura da mensagem cinematográfica e fotográfica do filme Ivan o Terrível – Parte II do diretor Sergei Eisenstein. A metodologia de pesquisa tem como ponto de partida a análise do fotograma idealizado pelo crítico Roland Barthes entre os sentidos óbvio e obtuso. Em adição, amplia-se a circulação de sentidos do objeto artístico para o ponto de vista descritivo e cultural de Erwin Panofsky, além da leitura do elemento técnico-estético. Instrumento de denúncia, a obra clássica Ivan o Terrível – Parte II se eterniza ao ser legitimado como registro histórico do passado e metáfora do presente. Esta pesquisa na área da arte, de caráter teórico e crítico, trabalha com a ideia de que com lirismo plástico e discussão política esta obra cinematográfica contribui para promover uma revolução visual.

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Biografia do Autor

Atilio Avancini, Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes

Prof. Dr. Programa de Pós-Graduação de Meios e Processos Audiovisuais (PPGMPA-ECA)

Fernanda Riscali, Universidade de São Paulo

Doutoranda Programa de Pós-Graduação de Meios e Processos Audiovisuais (PPGMPA-ECA)

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Publicado

2018-08-27

Como Citar

Avancini, A., & Riscali, F. (2018). Revolução visual da arte de Eisenstein em Ivan, o Terrível. ARS (São Paulo), 16(33), 147-171. https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2018.146458

Edição

Seção

Artigos