Têmpera, abstração e resistência em Alfredo Volpi

Palavras-chave: abstração, pintura brasileira, arte e sociedade, concretismo, Alfredo Volpi

Resumo

Este artigo assinala alguns traços centrais na transformação da pintura de Alfredo Volpi durante a década de 1940 para refletir sobre o papel da têmpera e as consequências que o pintor extraiu dessa técnica “primitiva”, que é uma espécie de simplificação da tinta, no diálogo que seu trabalho estabeleceu com a modernidade brasileira, a arte moderna e com o campo artístico da época. 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Carlos Pires, Universidade de São Paulo. Instituto de Estudos Brasileiros

Carlos Pires é mestre e doutor em Letras pela Universidade de São Paulo e professor do Instituto Superior de Ensino Vera Cruz. É também pesquisador no Instituto de Estudos Brasileiros, autor de artigos em revistas nacionais e estrangeiras e dos livros Apuros modernos: o jovem João Cabral de Melo Neto (2016) e Frio tropical: tropicalismo e canção popular (2017). 

Publicado
2018-12-22
Como Citar
Pires, C. (2018). Têmpera, abstração e resistência em Alfredo Volpi. ARS (São Paulo), 16(34), 117 - 141. https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2018.148017
Seção
Artigos