Era uma vez em Westworld

Palavras-chave: Westworld, distopia, paranoia cibernética, trompe-l'oeil

Resumo

Este artigo analisa a ficção televisiva Westworld buscando elucidar a inserção da série na onda distópica contemporânea e sua representação de uma crise do sujeito humanista moderno. Outros aspectos destacados são a relação entre humanos e máquinas, sua ressignificação dos códigos do western cinematográfico, sua complexidade narrativa e as alusões à iconografia da pintura de natureza morta.

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Biografia do Autor

Luiz Carlos Oliveira Junior, Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Brasil

Luiz Carlos Oliveira Jr. é crítico de cinema e pesquisador. Professor no Curso de Cinema e Audiovisual do Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora (IAD-UFJF). Autor do livro A mise en scène no cinema: do clássico ao cinema de fluxo (Papirus, 2013). Professor colaborador no Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais do Departamento de Artes Plásticas da ECA-USP. Atuou como crítico de cinema na revista Contracampo (2002-2011). Curador das mostras de cinema “Vincente Minnelli - Cinema de Música e Drama” (CCBB-RJ e SP, 2011) e “Jacques Rivette - Já Não Somos Inocentes” (CCBB-RJ e SP, 2013). Autor de diversos artigos, capítulos de livros e textos para catálogos. Já colaborou para as revistas Bravo!, Cult e Cinética e para os cadernos Ilustrada e Ilustríssima da Folha de S. Paulo.

Publicado
2020-04-30
Como Citar
Oliveira Junior, L. C. (2020). Era uma vez em Westworld. ARS (São Paulo), 18(38), 107 - 137. https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2020.165541
Seção
Artigos