Jackson Pollock e a descoberta do inconsciente na arte americana do pós-guerra

  • Sara Gomes da Silva

Resumo

Este artigo situa Jackson Pollock, uma das figuras mais importantes do Expressionismo Abstrato, no quadro do debate, caraterístico dos anos 1950 e 1960, sobre a relação entre arte e vida. Analiso, nesse contexto, os limites da crítica face a um pintor que nos deixou inúmeros testemunhos sobre o papel do inconsciente no seu processo criativo. Qual o lugar reservado pela crítica, à época, para essa via de interpretação? Procurando responder a essa questão, o artigo põe em confronto as diversas perspectivas dos críticos e relaciona-as com a reflexão de Pollock sobre si mesmo.

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Biografia do Autor

Sara Gomes da Silva
Mestre em História da Arte pela Universidade de Lisboa.
Publicado
2014-12-24
Como Citar
Silva, S. (2014). Jackson Pollock e a descoberta do inconsciente na arte americana do pós-guerra. ARS (São Paulo), 12(24), 21-40. https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2014.96736
Seção
Arte, tecnologia e novas mídias