Carta para Judith Butler

performar as marcas

  • Flávia Naves Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio)

Resumo

Nesta carta escrita para a filósofa Judith Butler, relato o percurso de criação e execução da performance duracional FIGURAÇA e de como esta se torna um problema de gênero ao revelar o corpo enquanto construção social e a identidade “mulher” enquanto marca de gênero a ser performada. Neste percurso, discorro ainda de que forma FIGURAÇA se tornou um procedimento de desestabilização e deslocamento da heteronormatividade em sua forma opressora.

Palavras-chave: Gênero, Heteronormatividade, Identidade, Marcas, Performance.

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Biografia do Autor

Flávia Naves, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio)

Doutoranda em Performance pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), mestra em Performance pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da Universidade Federal Fluminense (UFF) e formada em Licenciatura em Artes Cênicas pela Unirio. Performa nas ruas e casas da cidade do Rio de Janeiro desde janeiro de 2013 e integra a companhia carioca Teatro Inominável desde 2010. Em 2014 foi contemplada pelo Prêmio Funarte Artes na Rua. É curadora da aba Performance da Mostra Hífen de Pesquisa-Cena, Mostra Bienal de Artes da Cena.

Publicado
2018-08-06
Como Citar
Naves, F. (2018). Carta para Judith Butler. Revista Aspas, 8(1), 241-262. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v8i1p241-262