Um Diálogo Possível: Paralelo Entre Infância e História: Destruição da Experiência e Origem da História, de Giorgio Agamben, e o Processo de Criação de Peças Curtas para Desesquecer, da Companhia Perdida

Autores

  • Flávia Scheye Spirópulos Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA−USP). Sua pesquisa de mestrado está em andamento desde 2012, sob a orientação da Profa. Dra. Maria Helena Franco de Araújo Bastos, na área de Teoria e Prática do Teatro - Texto e Cena. Desde o início de 2013, recebe apoio da CAPES. Flávia é bailarina e pesquisadora do corpo, integrante da Companhia Perdida (dirigida por Juliana Moraes) e professora de dança.

Palavras-chave:

dança, experiência, Giorgio Agamben, Companhia Perdida, Juliana Moraes.

Resumo

 

Este artigo é resultado de pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (ECA-USP) e relaciona o texto Infância e História: Destruição da Experiência e Origem da História, de Giorgio Agamben (2008), ao processo de criação da obra Peças curtas para desesquecer, da Companhia Perdida, com direção de Juliana Moraes (2012). Partindo do pressuposto de que arte é forma de conhecimento que comunica por meio da materialidade do corpo (VIEIRA, 2006, 2008), o estudo considera a criação em dança como produção de linguagem e aproxima momentos vividos pelas intérpretes da companhia aos conceitos elaborados pelo autor acima citado.

 

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Publicado

2013-12-01

Como Citar

Spirópulos, F. S. (2013). Um Diálogo Possível: Paralelo Entre Infância e História: Destruição da Experiência e Origem da História, de Giorgio Agamben, e o Processo de Criação de Peças Curtas para Desesquecer, da Companhia Perdida. Revista Aspas, 3(1), 74-84. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/aspas/article/view/68387

Edição

Seção

Artigos