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Controle da população em animais selvagens – fisiologia reprodutiva sob a influência de métodos anticoncepcionais em animais mamíferos, com ênfase na imunocontracepção: a melhor escolha? Uma revisão da literatura

Derek Andrew Rosenfield, Cristiane Schilbach Pizzutto

Resumo


Os conflitos Humanos-Animais Selvagens são uma realidade crescente e triste no mundo inteiro, tornando o controle populacional da fauna silvestre e animais ferais o maior desafio, principalmente diante do crescimento da população humana e, consequentemente, da diminuição dos habitats naturais dos animais. As atividades humanas e a destruição da natureza, forçam os animais de vida livre a se dirigirem para áreas urbanas e agrícolas, inevitavelmente, causando conflitos, como o risco de zoonoses, acidentes de trânsito, bem como danos às plantações, quando em busca de alimentos, cujo prejuízo chega a milhões de dólares. Durante décadas, a ciência esteve empenhada em esforços extensivos para desenvolver métodos de controle populacional “humano”; e muitas técnicas foram utilizadas, a fim de se realizar um controle populacional destes animais silvestres. Neste artigo será apresentada uma visão geral dos métodos anticoncepcionais aplicados, com demonstrações gráficas simplificadas de suas interações com a fisiologia reprodutiva, bem como relacionando os prós e os contras dos agentes antifertilidade empregados; também serão comparados com um conjunto de características desejadas para as aplicações em fauna a campo, com ênfase em imunocontracepção reversível, concluindo assim, com as razões do porque este conceito torna-se o mais apropriado e promissor para animais silvestres de vida livre.


Palavras-chave


Controle de população animal silvestre; Conflitos humanos-animais selvagens; Mamíferos; Imunocontraceptivos reversíveis

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.1678-4456.bjvras.2018.129431

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