Paniculite farmacodérmica decorrente de vermifugação em um cão - relato de caso

  • Cayo Yuji Nitta Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Estado da Saúde, Programa de Aprimoramento Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Hospital Veterinário
  • Solange Maria Gennari Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal
  • Juliana Isabel Giuli da Silva Ferreira Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal
  • Leandro Haroutune Hassesian Galati Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Clínica Médica
  • Carlos Eduardo Larsson Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Clínica Médica
Palavras-chave: Paniculite, Farmacodermia, Vermífugo, Coproparasitológico

Resumo

É prática corrente em ambulatórios, consultórios, clínicas e hospitais veterinários paulistas, por não dizer brasileiros, a prescrição de ativos com ação vermicida, no senso lato, sem o embasamento do, hoje até prosaico, exame coproparasitológico. É sabido há muito que todo e qualquer fármaco não é inócuo e pode potencialmente acarretar agravos à saúde, e dentre estes incluem-se os ativos destinados à erradicação de parasitos entéricos. Decidiu-se assim por se relatar um caso clínico de paniculite farmacodérmica decorrente de vermifugação, bem como situar a real ocorrência de endoparasitas em pacientes, caninos e felinos, trazidos para atendimento ambulatorial no HOVET-USP.

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Publicado
2017-12-31
Como Citar
Nitta, C., Gennari, S. M., Ferreira, J. I., Galati, L., & Larsson, C. E. (2017). Paniculite farmacodérmica decorrente de vermifugação em um cão - relato de caso. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, 54(4), 434-438. https://doi.org/10.11606/issn.1678-4456.bjvras.2017.133728