Aspergilose em aves domésticas e silvestres da Argentina

  • Romina Della Vedova Universidad Nacional de La Plata, Facultad de Ciencias Veterinarias, Departamento de Microbiología https://orcid.org/0000-0002-5330-1216
  • Alejandra Hevia Administración Nacional de Laboratorios e Institutos de Salud “Dr. Carlos G. Malbrán”, Instituto Nacional de Enfermedades Infecciosas Agudas “Dr. Carlos G. Malbrán”, Departamento Micología
  • Walter Vivot Administración Nacional de Laboratorios e Institutos de Salud “Dr. Carlos G. Malbrán”, Instituto Nacional de Enfermedades Infecciosas Agudas “Dr. Carlos G. Malbrán”, Departamento Micología
  • Julián Fernández Administración Nacional de Laboratorios e Institutos de Salud “Dr. Carlos G. Malbrán”, Instituto Nacional de Enfermedades Infecciosas Agudas “Dr. Carlos G. Malbrán”, Departamento Micología
  • Susana Beatriz Córdoba Universidad Nacional de La Plata, Facultad de Ciencias Veterinarias, Departamento de Microbiología; Administración Nacional de Laboratorios e Institutos de Salud “Dr. Carlos G. Malbrán”, Instituto Nacional de Enfermedades Infecciosas Agudas “Dr. Carlos G. Malbrán”, Departamento Micología http://orcid.org/0000-0002-1991-2400
  • Francisco José Reynaldi Universidad Nacional de La Plata, Facultad de Ciencias Veterinarias, Departamento de Microbiología; Centro Científico Tecnológico, Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas https://orcid.org/0000-0002-1531-4905
Palavras-chave: Aspergillus flavus, Aspergillus fumigatus, Aspergilose, Aves, Teste de sensibilidade antifúngica

Resumo

As espécies de Aspergillus são amplamente distribuídas em todo o mundo e são capazes de desenvolver formas de vida parasitárias e saprófitas, permitindo que Aspergillus infecte hospedeiros vivos, incluindo plantas, insetos, pássaros e mamíferos. A forma mais comum de aspergilose em aves domésticas e outras aves são infecções respiratórias. As manifestações clínicas dependem da dose infecciosa, doenças pré-existentes e da resposta imune do hospedeiro. O objetivo da presente investigação foi estudar aspergilose em aves domésticas e silvestres da Argentina. Foi realizada a identificação morfológica e molecular, assim como a determinação do teste de suscetibilidade contra sete drogas antifúngicas. Foram estudadas seis aves pertencentes a diferentes cidades da província argentina de Buenos Aires. Três das amostras pertenciam a frangos de corte, enquanto as outras três amostras pertenciam a uma águia, um faisão e uma gaivota. Dois isolados foram identificados como Aspergillus fumigatus por características morfológicas e crescimento a 50 °C. A morfologia e o sequenciamento de BenA permitiram identificar três isolados como Aspergillus flavus e um como Aspergillus sydowii. Todos os antifúngicos testados apresentaram baixos valores de CIM, variando de 0,008 a 1 mg/L. Aspergilose em aves causam altas perdas econômicas e podem ser controladas por práticas de higiene, evitando alimentos, ninhos e cama mofados e reduzindo os fatores de estresse.

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Publicado
2019-08-15
Como Citar
Della Vedova, R., Hevia, A., Vivot, W., Fernández, J., Córdoba, S., & Reynaldi, F. (2019). Aspergilose em aves domésticas e silvestres da Argentina. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, 56(2), e152460. https://doi.org/10.11606/issn.1678-4456.bjvras.2019.152460
Seção
ARTIGO COMPLETO