Efeito do grau de bipartição escrotal sobre a vascularização arterial do escroto de caprinos nativos do Estado do Piauí

  • Mônica Marcos Almeida Universidade Federal do Piauí, Centro de Ciências Agrárias, Teresina, PI
  • Maria Acelina Martins de Carvalho Universidade Federal do Piauí, Centro de Ciências Agrárias, Departamento de Morfofisiologia Veterinária, Teresina, PI
  • Antonio Augusto Nascimento Machado Junior Universidade Federal do Piauí, Bom Jesus, PI
  • Dario Abbud Righi Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Patologia, São Paulo, SP
  • Fabiana Galtarossa Xavier Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Patologia, São Paulo, SP
  • Aírton Mendes Conde Júnior Universidade Federal do Piauí, Centro de Ciências Agrárias, Teresina, PI
  • Pedro Primo Bombonato Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Cirurgia, São Paulo, SP
Palavras-chave: Caprino, Escroto, Vascularização arterial

Resumo

Avaliou-se a vascularização arterial do escroto em caprinos com vários graus de divisão escrotal. Foram utilizados 30 animais, distribuídos em três grupos: I - animais que apresentavam escroto único e aqueles com divisão até extremidade caudada dos testículos; II - animais com divisão escrotal até 50% do comprimento dos testículos; III - caprinos com divisão escrotal acima de 50% do comprimento testicular. Os caprinos foram sacrificados e, no Laboratório de Anatomia Animal da Universidade Federal do Piauí, realizadas as técnicas de repleção, corrosão ou dissecação, para estudo das artérias escrotais. A artéria escrotal origina-se freqüentemente (95%) da artéria pudenda externa, eventualmente (3,3%) da epigástrica caudal superficial, ou ainda origina-se como um ramo cranial da artéria epigástrica caudal superficial e um ramo caudal da artéria pudenda externa (1,7%). Na região dorsal do septo do escroto emite dois a três ramos primários, que fornecem os ramos secundários e terminais, os quais distribuem-se, indistintamente, nas faces cranial e caudal do escroto e, ocasionalmente, no septo do órgão. O número de ramos terminais não apresenta diferença em relação à configuração escrotal, porém a região correspondente à divisão escroto, conta com maior quantidade desses ramos nos animais que apresentam essa característica mais acentuada.

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Publicado
2008-06-01
Como Citar
Almeida, M., Carvalho, M., Machado Junior, A., Righi, D., Xavier, F., Conde Júnior, A., & Bombonato, P. (2008). Efeito do grau de bipartição escrotal sobre a vascularização arterial do escroto de caprinos nativos do Estado do Piauí. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, 45(3), 167-173. https://doi.org/10.11606/issn.1678-4456.bjvras.2008.26693
Seção
NÃO DEFINIDA