Anticorpos anti-Brucella canis e anti-Brucella abortus em cães de Araguaína, Tocantins

  • Elaine Maria Seles Dorneles Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, Laboratório de Bacteriologia Aplicada, Belo Horizonte, MG
  • Helcileia Santos Universidade Federal do Tocantins, Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia, Palmas, TO
  • Silvia Minharro Universidade Federal do Tocantins, Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia, Palmas, TO
  • Josefa Moreira do Nascimento-Rocha Universidade Federal do Tocantins, Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia, Palmas, TO
  • Luis Antônio Mathias Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Reprodução Animal, Jaboticabal, SP
  • Maurício Gauterio Dasso Instituto de Pesquisas Veterinárias Desidério Finamor, Eldorado do Sul, RS
  • Carolina Daros Tiensoli Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, Laboratório de Bacteriologia Aplicada, Belo Horizonte, MG
  • Marcos Bryan Heinneman Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, Laboratório de Bacteriologia Aplicada, Belo Horizonte, MG
  • Andrey Pereira Lage Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Veterinária, Departamento de Medicina Veterinária Preventiva, Laboratório de Bacteriologia Aplicada, Belo Horizonte, MG
Palavras-chave: Brucelose canina, Epidemiologia, Brasil, Imonodifusão em ágar gel

Resumo

Os objetivos deste estudo foram determinar a soroprevalência da infecção por Brucella canis e Brucella abortus e avaliar os possíveis fatores de risco associados à infecção em cães no município de Araguaína, Tocantins. Soros de 374 cães, pertencentes à zona urbana do município de Araguaína-Tocantins, foram analisados pelas técnicas de imunodifusão em ágar gel (IDGA), para pesquisa de anticorpos contra Brucella canis, e antígeno acidificado tamponado (AAT) e polarização fluorescente (FPA) para detecção de anticorpos contra Brucella abortus. Dos 374 soros testados para presença de anticorpos contra B. abortus, 21 foram reagentes no AAT, entretanto todos foram negativos pela FPA. À prova do IDGA 167 animais foram reagentes resultando em uma prevalência para B. canis de 44,53% (IC 95%; 39,43 a 49,72). A avaliação de possíveis fatores de risco associados à soropositividade para B. canis não revelou a existência de relação entre a infecção e as variáveis individuais estudadas. Assim, o presente estudo permite concluir que não houve animais infectados por B. abortus e que a infecção por B. canis está disseminada nos cães do município de Araguaína, Tocantins.

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Publicado
2011-04-01
Como Citar
Dorneles, E., Santos, H., Minharro, S., Nascimento-Rocha, J., Mathias, L., Dasso, M., Tiensoli, C., Heinneman, M., & Lage, A. (2011). Anticorpos anti-Brucella canis e anti-Brucella abortus em cães de Araguaína, Tocantins. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, 48(2), 167-171. https://doi.org/10.11606/S1413-95962011000200010
Seção
NÃO DEFINIDA