Cultivo de Spirulina maxima ao ar livre - I. Inverno

  • Rogério Lacaz Ruiz Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Eduardo Nascimento Mos Universidade de São Paulo, Instituto de Ciências Biomédicas, São Paulo, SP
  • Cesar Gonçalves de Lima Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Marcelo Antonio Maximo Ribeiro Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
Palavras-chave: Cianobactéria, Proteína, Spirulina maxima

Resumo

Era função da necessidade de produção de proteína para alimentação humana e animal, a biomassa de microrganismos fotossintetizantes vem sendo utilizada devido a teores protéicos superiores a 50%. Culturas
mantidas em laboratório exigem uma fonte de luz artificial para o seu crescimento. Na produção de espirulina em escala industrial utiliza-se luz solar, estando seu crescimento influenciado por fatores tais como: temperatura ambiente; temperatura da cultura; umidade relativa do ar e pluviosidade. Neste trabalho foram estudados os principais fatores supra descritos que influenciam na produção de biomassa de Spirulina
maxima em um aquário de vidro, mantido ao ar livre, durante o inverno de Pirassununga - SP. Teores de proteína, bem como perfil de aminoácidos da espirulina foram determinados. Um gráfico de ganho de biomassa nos diferentes períodos experimentais (matutino, vespertino
e noturno) indicaram que o melhor período de produção de biomassa durante o dia foi das 8 - 13 h e a produtividade atingiu valor máximo de 8,08 g/metro quadrado/dia. Durante todo o experimento foi necessário adicionar água ao sistema, devido à ausência de chuvas; e o total acrescentado equivaleu a 72,14 mm de chuva.

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Publicado
1990-12-02
Como Citar
Ruiz, R., Mos, E., Lima, C., & Ribeiro, M. A. (1990). Cultivo de Spirulina maxima ao ar livre - I. Inverno. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, 27(2), 153-162. https://doi.org/10.11606/issn.0000-0000.272153-162
Seção
CIÊNCIAS BÁSICAS