Soroepidemiologia da leptospirose canina na região metropolitana de Natal, estado do Rio Grande do Norte

  • Annielle Regina da Fonseca Fernandes Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária do Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Patos, PB
  • Ademilde Gomes Fernandes Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária do Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Patos, PB
  • Vinicius José Apropriano Araújo Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária do Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Patos, PB
  • Severino Silvano dos Santos Higino Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária do Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Patos, PB
  • Maria Luana Cristiny Rodrigues Silva Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária do Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Patos, PB
  • Clebert José Alves Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária do Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Patos, PB
  • Sérgio Santos de Azevedo Universidade Federal de Campina Grande, Unidade Acadêmica de Medicina Veterinária do Centro de Saúde e Tecnologia Rural, Patos, PB
Palavras-chave: Leptospira spp, Sorologia, Fatores de risco, Cães, Nordeste do Brasil

Resumo

Objetivou-se com este estudo determinar a frequência de cães soropositivos para anticorpos anti-Leptospira spp. no município de Natal e região metropolitana, estado do Rio Grande do Norte, e identificar fatores de risco associados à infecção. Foram examinadas 365 amostras de soro sanguíneo de cães atendidos na rotina de diversas clínicas veterinárias durante o período de março a novembro de 2011. O diagnóstico sorológico da leptospirose foi realizado pela técnica de soroaglutinação microscópica (SAM), utilizando-se 24 sorovares de Leptospira spp. como antígenos. Dos 365 cães, 25 foram soropositivos para pelo menos um dos sorovares de Leptospira spp., com frequência de 6,8%. Os sorovares com reações sorológicas mais frequentes foram Shermani (40%), Sentot (36%) e Copenhageni (20%). O perfil epidemiológico da leptospirose canina na região metropolitana de Natal, estado do Rio Grande do Norte, indica que a infecção ocorre com frequência baixa em comparação com outras regiões, provavelmente devido ao grande percentual de animais vacinados, bem como, sugere-se distribuição homogênea de animais soropositivos na região. Por outro lado, a presença de roedores pode ser um importante fator de risco, uma vez que sorovares mantidos por estes animais foram identificados entre os mais frequentes.

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Publicado
2013-06-21
Como Citar
Fernandes, A. R. da, Fernandes, A., Araújo, V. J., Higino, S., Silva, M. L., Alves, C. J., & Azevedo, S. (2013). Soroepidemiologia da leptospirose canina na região metropolitana de Natal, estado do Rio Grande do Norte. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, 50(3), 226-232. https://doi.org/10.11606/issn.1678-4456.v50i3p226-232
Seção
NÃO DEFINIDA