Concentração de cobre e molibdênio em algumas plantas forrageiras do Estado do Mato Grosso do Sul

  • Flávio Prada Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Clínica Médica, São Paulo, SP
  • Cássio Xavier de Mendonça Jr. Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Clínica Médica, São Paulo, SP
  • Aulus Cavalieri Carciofi Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Clínica Médica, São Paulo, SP
Palavras-chave: Cobre, Molibdênio, Forragens

Resumo

Foi realizado um levantamento sobre as quantidades de cobre e molibdênio contidas em quatro gramíneas - Capim colonião (Panicum maximum), Jaraguá (Hyparrhenia rufa (Ness) Stapf), Pangola (Digitaria decumbens Stent) e Angolinha (Eriochloa polystachya (H.B.K.) Hitchc) - colhidas mensalmente durante um ano, no município de Brasilândia, Mato Grosso do Sul, Brasil. Os valores médios encontrados foram, para o cobre: 4,46 e 3,63 para o capim Colonião, 4,13 e 3,50 para o Jaraguá, 5,21 e 3,65 para o Pangola e 5,10 e 4,09 para o Angolinha, respectivamente na época das "águas" e das "secas". Para o molibdênio, os valores médios encontrados foram de 14,43 e 12,65 para o Colonião, 13,03 e 13,83 para o Jaraguá, 12,33 e 13,20 para o Pangola e 12,45 e 12,88 para o Angolinha, respectivamente nas épocas das "águas" e das "secas". Não houve diferenças consideradas significativas entre capins tanto para o cobre como para o molibdênio, no período de 12 meses de colheita.

Downloads

Não há dados estatísticos.
Publicado
1998-01-01
Como Citar
Prada, F., Mendonça Jr., C., & Carciofi, A. (1998). Concentração de cobre e molibdênio em algumas plantas forrageiras do Estado do Mato Grosso do Sul. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, 35(6), 275-278. https://doi.org/10.1590/S1413-95961998000600009
Seção
ZOOTECNIA