Receptores de estrógeno e ocitocina no corpo lúteo durante a gestação e parto em cadelas

  • Gisele Almeida Lima Veiga Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Reprodução Animal
  • Marcella Pecora Milazzotto Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Reprodução Animal
  • Cristina Fátima Lúcio Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Reprodução Animal
  • Liege Cristina Garcia Silva Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Reprodução Animal
  • Camila Infantosi Vannucchi Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Departamento de Reprodução Animal
Palavras-chave: Cadelas, Estrógeno, Ocitocina, Corpo lúteo, Gestação, Parto

Resumo

A expressão dos genes que codificam os receptores de estrógeno (REα RNAm) e ocitocina (ROT RNAm) foram estudados no corpo lúteo de cadelas durante a gestação e parto. A técnica de PCR em tempo real foi realizada para quantificar a expressão do REα RNAm e ROT RNAm no corpo lúteo de cadelas durante o início (até 20 dias de gestação), meio (20 a 40 dias) e final da gestação (40 a 60 dias), e durante o parto (pródomos do parto). O corpo lúteo apresentou expressão do RNAm para o ROT, entretanto o RNAm para o REα não foi detectado. Houve redução na expressão do ROT RNAm no corpo lúteo a partir de 20 dias da gestação, indicando papel no mecanismo de reconhecimento gestacional em cadelas. Em conclusão, a expressão do ROT RNAm no corpo lúteo de cadelas apresentou variação ao longo do tempo de gestação, sugerindo que a resposta e sensibilidade à terapia hormonal pode variar conforme o momento da gestação e parto. Ademais, o corpo lúteo canino não expressa REα RNAm durante a gestação. 

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Publicado
2015-02-06
Como Citar
Veiga, G., Milazzotto, M., Lúcio, C., Silva, L., & Vannucchi, C. (2015). Receptores de estrógeno e ocitocina no corpo lúteo durante a gestação e parto em cadelas. Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science, 51(4), 346-351. https://doi.org/10.11606/issn.1678-4456.v51i4p346-351
Seção
ARTIGOS