Da "Fazenda" à "Comunidade": espaços-tempos que se enraizam na região sisaleira da Bahia

Autores

  • Alessandra Alexandre Freixo Universidade Estadual de Feira de Santana

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v18i18p87-106

Palavras-chave:

Memória, Comunidade, Espaço-tempo, MER, Região Sisaleira

Resumo

Neste artigo, busco compreender a
pluralidade de sentidos atribuídos à comunidade na
região sisaleira a partir de dois pontos de partida:
primeiramente, pensando a comunidade como um
espaço-tempo constituído no início da década de
1970, que marca o início de um processo de mobi-
lização social; em segundo lugar, compreendendo a
comunidade como uma localidade, à medida que os
processos de mobilização social ocorrem no espaço
geográfico da fazenda, que passa a coincidir com
a comunidade, que se torna referência não apenas
do “trabalho social”, mas também como um lugar.
Neste sentido, podemos supor um caminho “da fa-
zenda à comunidade”, como um processo de pro-
dução de um novo espaço-tempo. Para tal análise
dos sentidos de comunidade na região, tomei como
principal suporte as narrativas dos mais velhos mo-
radores das localidades em estudo, bem como de
lideranças comunitárias e militantes do Movimento
de Evangelização Rural (MER) que atuaram na dé-
cada de 1970.

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Biografia do Autor

Alessandra Alexandre Freixo, Universidade Estadual de Feira de Santana

Professora Assistente do Departamento de Educação/UEFS
Doutoranda em Ciências Sociais CPDA/UFRRJ

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Publicado

2009-03-30

Como Citar

Freixo, A. A. (2009). Da "Fazenda" à "Comunidade": espaços-tempos que se enraizam na região sisaleira da Bahia. Cadernos De Campo (São Paulo - 1991), 18(18), 87-106. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v18i18p87-106

Edição

Seção

Artigos e Ensaios