Bebel e Olavo - idolatrados “vilões” e “mocinhos" das oito: uma análise intertextual da novela Paraíso Tropical

  • Patrícia Amoroso Universidade Paulista (UNIP)
  • Carla Montuori Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Palavras-chave: intertextualidade, paratextualidade, telenovela

Resumo

O universo intertextual esboça um rico e constante processo em mutação. A TV, como um meio de comunicação de massa, tem sido explorada pelo meio artístico das novelas, com instigantes experimentações intertextuais. Para retratar a questão da intertextualidade na televisão, este trabalho adotou como estudo a novela das oito, “Paraíso Tropical”, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares, veiculada pela Rede Globo de Televisão. Para delimitar o
objeto, o recorte escolhido foi o casal de personagens Bebel (Camila Pitanga) e Olavo (Wagner Moura). A trama ficcional apresenta uma forte característica de relações de sexo, poder e dinheiro e conserva o sentido dramatúrgico, ao complementar-se em ricas relações intertextuais.

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Biografia do Autor

Patrícia Amoroso, Universidade Paulista (UNIP)
Graduada em Comunicação Social com especialização em Jornalismo; mestranda em Ciências da Comunicação, na Universidade Paulista – UNIP (2007). Atualmente é professora titular da Universidade Paulista - UNIP.
Carla Montuori, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Doutoranda do curso de Ciências Sociais da PUC-SP, mestre em Comunicação e Cultura das Mídias, pela UNIP-SP, em 2005.
Publicado
2008-04-27
Como Citar
Amoroso, P., & Montuori, C. (2008). Bebel e Olavo - idolatrados “vilões” e “mocinhos" das oito: uma análise intertextual da novela Paraíso Tropical. Caligrama (São Paulo. Online), 4(1). https://doi.org/10.11606/issn.1808-0820.cali.2008.68133
Seção
Artigos