Das andanças do movimento quilombolas na Amazônia Legal maranhense: uma nova gramática na luta por territórios em conflitos

  • Marivânia Leonaro Souza Furtado UEMA
  • Regiane de Araújo Silva UEMA

Resumo

Este estudo apresenta a dinâmica das articulações quilombolas no Maranhão e suas expressões próprias de um fazer “movimento social” nesta parte da Amazônia. Construído com base em uma metodologia própria que não dissocia a reflexão teórica das investidas sobre a prática social, assim definida como etnografia nos interstícios, o estudo revela  que a trajetória do movimento quilombolas maranhense se constitui sobre bases da convicção de que é por meio da luta e de reinvindicações que as comunidades quilombolas terão seus direitos efetivados. Com essa convicção, os movimentos desenvolvem estratégias de ações coletivas como ocupação de órgãos públicos, conectam-se e estabelecem canais de diálogos e mediação com outros atores externos, além de se rearticularem constitutiva e disjuntivamente entre esferas “do mesmo” movimento quilombola. Toma como agentes sociais privilegiados o MOQUIBOM/MOQBEQ do litoral ocidental maranhense.

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Biografia do Autor

Marivânia Leonaro Souza Furtado, UEMA

Professora Adjunta do Departamento de Ciências Sociais e da Pós-Graduação em Desenvolvimento Sócio Espacial da UEMA. Coordenadora/Pesquisadora do LIDA/UEMA.

Regiane de Araújo Silva, UEMA

Cientista Social. Pesquisadora do LIDA/UEMA.

Publicado
2018-12-31
Como Citar
Furtado, M., & Silva, R. (2018). Das andanças do movimento quilombolas na Amazônia Legal maranhense: uma nova gramática na luta por territórios em conflitos. Cadernos CERU, 29(2). Recuperado de http://www.revistas.usp.br/ceru/article/view/155313
Seção
Dossiê Amazônia