Processos de acumulação capitalista e conflitos territoriais no cerrado

  • Glauber Lopes Xavier Universidade Estadual de Goiás
  • Eliesse dos Santos Teixeira Scaramal Universidade Federal de Goiás
  • Mary Anne Vieira da Silva Universidade Estadual de Goiás
Palavras-chave: Neocolonialismo, violência, povos cerradeiros

Resumo

Cumpre apreender que o processo de acumulação capitalista e os conflitos territoriais aqui discutidos ligam-se diretamente ao fenômeno do neocolonialismo, o qual provoca intensas ações de violência contra a população indígena e as Comunidades Tradicionais, sobremaneira as vivenciadas nos países latino-americanos nas últimas décadas. Para tanto, ocupa-se de tal realidade com base no cerrado brasileiro. Conformado pela violência contra povos indígenas e comunidades tradicionais quilombolas, geraizeiros (moradores do cerrado ao norte de Minas Gerais), vazanteiros (povos ribeirinhos que vivem no cerrado às margens dos rios São Francisco, Tocantins e Araguaia), bem como outras que se organizam e sobrevivem do trabalho familiar, o cerrado tem sido alvo de grandes empreendimentos capitalistas encetados a partir de uma geopolítica que se ancora na ocupação e gestão dos territórios em países pobres ou em desenvolvimento

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Biografia do Autor

Glauber Lopes Xavier, Universidade Estadual de Goiás
Professor Adjunto da Universidade Estadual de Goiás. Vinculado ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado (TECCER/UEG)
Eliesse dos Santos Teixeira Scaramal, Universidade Federal de Goiás
Professora Adjunta da Universidade Federal de Goiás.
Mary Anne Vieira da Silva, Universidade Estadual de Goiás
Professora Adjunta da Universidade Estadual de Goiás. Vinculada ao Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Territórios e Expressões Culturais no Cerrado (TECCER/UEG)
Publicado
2015-06-04
Como Citar
Xavier, G., Scaramal, E., & Silva, M. A. (2015). Processos de acumulação capitalista e conflitos territoriais no cerrado. Cadernos CERU, 25(2), 67-81. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/ceru/article/view/98764
Seção
Dossiê Amazônia