Geração 2,5: a shoá de Amir

  • Nancy Rozenchan Universidade de São Paulo
Palavras-chave: Literatura hebraica, literatura israelense, literatura da shoá, Amir Gutfreund, shoá shelanu.

Resumo

O trauma da Shoá é sabidamente um dos componentes mais complexos da identidade israelense contemporânea. Ainda que tenham se passado décadas desde os trágicos eventos que afetaram criticamente o povo judeu, Israel, que absorveu a maioria dos sobreviventes da catástrofe, continua a tentar assimilar, geração após geração, as dores, perdas e tentativas de compreensão dos eventos da II Guerra relacionados à parte de sua população. À literatura hebraica cabe um papel primordial na exposição das diversas questões aí abrangidas, assim como de atualização dos sentimentos e forma de expressão que continuam a se alterar nos anos que se seguiram. Partindo dos primeiros registros literários relacionados à Shoá, o presente texto fixa-se, por fim, em um dos romances mais destacados dos últimos tempos, Shoá shelanu [Nossa Shoá], de Amir Gutfreund, Tel Aviv, Ed. Zamora-Beitan, 2000, que explora a temática pela visão da geração de descendentes de sobreviventes.

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Biografia do Autor

Nancy Rozenchan, Universidade de São Paulo
Professora Sênior de língua e literatura hebraica do Departamento de Letras Orientais da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
Publicado
2015-04-29
Como Citar
Rozenchan, N. (2015). Geração 2,5: a shoá de Amir. Cadernos De Língua E Literatura Hebraica, 1(12). https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.cllh.2015.97551
Seção
LITERATURA HEBRAICA E JUDAICA