“Lilás polar escuridão”

  • Denise Regina de Sales Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Bruno Palavro Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Thiago Koslowsky da Rosa Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Daniel Martins Saeger
  • Douglas Rosa da Silva Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Carlos Leonardo Bonturim Antunes Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Palavras-chave: Poesia russa, Varlam Chalámov, Tradução de poesia

Resumo

Este artigo apresenta seis traduções do poema “Iá bíeden, odinók i nag”, de Varlam Tíkhonovitch Chalámov (1907-1982). A prosa de Chalámov, lançada recentemente no Brasil, há muito vinha sendo destacada por Boris Schnaiderman como a grande obra de denúncia dos campos de trabalhos forçados do período stalinista. Na poesia, o autor produziu o ciclo Cadernos de Kolimá, que contém o poema traduzido aqui.

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Biografia do Autor

Denise Regina de Sales, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Professora de Língua e Literatura Russa no Instituto
de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Concluiu o mestrado e o doutorado em Literatura e Cultura Russa na Universidade de São Paulo (USP). Trabalha com tradução literária do russo para o português desde 2001. Traduziu, entre outros títulos, Contos de Kolimá, de Varlam Chalámov, Minha vida e Três anos, de Anton Tchékhov.

Bruno Palavro, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Graduando da Licenciatura em Letras – Português/Grego na
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Trabalha como bolsista de Iniciação Científica, na qual desenvolve a proposta de uma nova tradução em hexâmetro dactílico brasileiro para a Teogonia de Hesíodo, sob a orientação do professor Carlos Leonardo Bonturim Antunes.

Thiago Koslowsky da Rosa, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Licenciado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Interessa-se pela poesia lírica grega, tendo realizado monografia sobre a elegia histórico-narrativa e participado de Iniciação Científica dedicada à tradução rítmica de epigramas de Meleagro. Participa, também, de grupo de pesquisa relacionado à comparação de contos brasileiros e australianos. Atua como tradutor e revisor freelancer.

Daniel Martins Saeger

Bacharel em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com ênfase em Francês. Desenvolveu, sob orientação de Denise Sales e coorientação de Sandra Loguercio, monografia acerca de aspectos divergentes entre traduções diretas e indiretas do russo para o português. Trabalha como tradutor e professor autônomo de língua francesa e russa.

Douglas Rosa da Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Mestrando na área de concentração em Estudos Literários do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bolsista de Mestrado do CNPq. Graduado em Letras Português/Inglês pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS).

Carlos Leonardo Bonturim Antunes, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutor em Letras Clássicas pela Universidade de São Paulo (USP), trabalha como professor de Língua e Literatura Grega na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Publicou, em 2011, o livro Ritmo e Sonoridade na Poesia Grega Antiga: Uma tradução comentada de 23 poemas, fruto de seu mestrado, em que fez reconstruções rítmicas da lírica grega. Lançou neste ano de 2017 o ciclo de sonetos João e Maria: Dúplice coroa de sonetos fúnebres.

Publicado
2018-06-08
Como Citar
Sales, D., Palavro, B., Rosa, T., Saeger, D., Silva, D., & Antunes, C. (2018). “Lilás polar escuridão”. Cadernos De Literatura Em Tradução, (20), 93-108. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/clt/article/view/146791
Seção
Período soviético e Revolução