O erótico, o chulo e o obsceno em traduções e adaptações de William Shakespeare: Hamlet, Romeu e Julieta e Otelo

  • Marilise Rezende Bertin Universidade de São Paulo

Resumo

Em Shakespeare After All,1 Marjorie Garber inicia o texto com a
seguinte frase: “Cada época cria seu próprio Shakespeare”. A partir dessa afirmação, ela não somente sustenta que as peças do famoso dramaturgo (1564-1616) transcenderam o tempo e o espaço físico alcançando perenidade, como também, de uma outra maneira, assevera que cada momento histórico recria seu próprio Shakespeare, assim como cada um compreende as peças do bardo dentro de um contexto específico e segundo sua visão particular.

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Biografia do Autor

Marilise Rezende Bertin, Universidade de São Paulo
Marilise Rezende Bertin é professora de inglês e português, diplomada em letras pela USP, com licenciatura plena obtida pela Faculdade de Educação da mesma universidade. É mestre em literatura inglesa na USP. Trabalha com adaptações de peças de William Shakespeare juntamente com John Milton, seu orientador. Com ele escreveu Hamlet (Disal, 2005), Romeu e Julieta (Disal, 2006) e Otelo (Disal, 2008).
Publicado
2009-08-01
Como Citar
Bertin, M. (2009). O erótico, o chulo e o obsceno em traduções e adaptações de William Shakespeare: Hamlet, Romeu e Julieta e Otelo. Cadernos De Literatura Em Tradução, (10), 47-70. Recuperado de http://www.revistas.usp.br/clt/article/view/49467
Seção
Não definida