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As periferias digitais: mobilização para além da resistência

Marco Antonio Bin

Resumo


Tendo como referência as periferias urbanas, torna-se importante averiguar os avanços dos processos comunicacionais, naquilo que Henry Jenkins cunhou como cultura participativa, descrevendo a produção cultural e as interações sociais comunitárias, e, assim, identificar a vontade própria de experiência dos jovens como sujeitos empíricos. Ao recuperar os sentidos da segregação urbana que definem a desigualdade social e econômica na região metropolitana de São Paulo, o texto propõe discutir a realidade das periferias a partir da incorporação da tecnologia digital. Para além das transformações nos comportamentos cotidianos, as distintas plataformas de comunicação mobilizam a produção de conteúdo dos sujeitos de discurso, ao tempo que inscrevem na comunidade práticas culturais e demandas políticas em sintonia com os processos de consumo simbólico e material da contemporaneidade.


Palavras-chave


periferias; mobilização social; informação; redes digitais; São Paulo

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Referências


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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v22i1p7-19

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