Uma leitura das adaptações de Vidas secas (1963) e A Hora da Estrela (1985) para o Cinema.

  • Maria Ignes Carlos Magno Universidade Anhembi Morumbi
Palavras-chave: Cinema, Literatura, Clarice Lispector, Graciliano Ramos, Nelson Pereira dos Santos, Suzana Amaral

Resumo

Por que histórias tão simples e conhecidas ainda provocam o leitor e o espectador? Como os autores olham e traduzem a realidade em imagens literárias? Como cineastas leem essas imagens literárias e as transformam em imagens cinematográficas? São perguntas que me levam a propor para essa resenha uma leitura dos arranjos que os autores e cineastas fizeram com as palavras e as imagens para que essas obras permaneçam atuais e provoquem o leitor e o espectador para que sejam sempre lidas, vistas e estudadas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Maria Ignes Carlos Magno, Universidade Anhembi Morumbi

Doutora em Ciências da Comunicação pela ECA-USP. Professora do Mestrado em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi. 

Referências

AVELLAR, José Carlos. O Chão da Palavra, 1ª Ed, Rocco, Rio de Janeiro, 2007.

BERNARDET, Jean-Claude. Bernardet, J.C. Brasil em Tempo de Cinema, 1ª Ed, Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro. 1967.

BACCEGA, Maria Aparecida, Palavra e discurso. História e Literatura, 1ª Ed, Editora Ática S.A, São Paulo, 1995.

CANDIDO, Antonio. Ficção e Confissão: Ensaios sobre Graciliano Ramos. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2012.

CARLOS,Cássio Starling, Invisibilidade de Macabéa torna-se mais perceptível no cinema. In: Coleção Clássicos do Cinema, Folha de S. Paulo, 2013.

DESBOIS, L. A Odisseia do Cinema Brasileiro. Da Atlântida a Cidade de Deus, Tradução Julia, R.S, 1ª Ed, Companhia das Letras, São Paulo, 2016.

GRÜNEVALD, J.L. “Vidas Secas”, In Castro, R. (ED), Um Filme É Um Filme. O Cinema de Vanguarda dos anos 69, 1ª Ed, Companhia das Letras, São Paulo, 1963.

HERMANNS, Ute. Cinemais, julho/agosto de 1997. In: Coleção Folha Grandes Livros no Cinema, 2013.

LAFM, Entrevista com Suzana Amaral. In: Macabéa vai ao Cinema. A Hora da Estrela e a Travessia da Linguagem Literária para a Cinematográfica. Dissertação de Mestrado apresentada na UnB, Brasília-DF, em 2008.

LISPECTOR, Clarice. A Hora da Estrela. 5ª Ed. Rio de Janeiro: José Olímpio, 1979.

MOISÉS, M. (2012), Dicionário de Termos Literários. 12ª Ed, Cultrix, São Paulo, 2012.

RAMOS, G. Vidas Secas, 130ª Ed, Editora Record, Rio de Janeiro, São Paulo, 2016.

ROCHA, G. “O Cinema novo e a aventura da criação” [1968]. In: Revolução do Cinema novo, 1ª Ed, Rio de Janeiro: Alhambra/Embrafilme, 1981.

SALEM, H. Nelson Pereira dos Santos: o sonho possível do cinema brasileiro, 1ª Ed, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1987.

SANTOS,Nelson Pereira. Entrevista a Alberto Shatovsky, Revista Manchete, 1963.

SANTOS, N.P. “A arte de recriar”, entrevista a Suzana Schild, Revista IBM, n.18, setembro, 1984.

Publicado
2017-06-06
Como Citar
Magno, M. I. (2017). Uma leitura das adaptações de Vidas secas (1963) e A Hora da Estrela (1985) para o Cinema. Comunicação & Educação, 22(1), 111-125. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v22i1p111-125