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A representação do mecanismo cognitivo de Sherlock Holmes em “A Noiva Abominável”

Maria Ignês Carlos Magno, Letícia Kuhl

Resumo


O objetivo deste artigo é investigar e analisar o mecanismo cognitivo de Sherlock Holmes na narrativa do episódio “A Noiva Abominável”, exibido pela BBC, que sintetiza todos os processos usados durante a série por meio da definição de sua personalidade, caracterizada como a de um sociopata altamente funcional. A função da memória para a resolução dos crimes; o motivo de seu ceticismo diante de fatos que não podem ser comprovados cientificamente; a inteligência acima da média e a capacidade para observar e imaginar além daquilo que é obvio; a prática de meditação e uso de drogas alucinógenas também são analisados. Para esta discussão serão apresentados autores como Ivan Izquierdo, com seu referencial sobre o mecanismo da memória, além de Umberto Eco e Thomas Sebeok, com a teoria de abdução, essencial para o entendimento das estratégias investigativas de Sherlock Holmes.Palavras-chave: Sherlock Holmes. Série Televisiva, Cognição.


Palavras-chave


Sherlock Holmes; série televisiva; cognição

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v23i1p149-158

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