Fahrenheit 451 e Escritores da Liberdade: uma discussão sobre leitura, escrita, imaginação, resistência e liberdade

Autores

  • Maria Ignês Carlos Magno Universidade Anhembi Morumbi

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v14i1p127-136

Palavras-chave:

cinema, educação, literatura, linguagem, ficção.

Resumo

Esta Seção indica dois filmes que, embora diferentes em suas temáticas, gêneros e contextos históricos, têm o livro e a escrita como elementos fundamentais para o conhecimento e para a liberdade: Fahrenheit 451, de François Truffaut (1966), e Escritores da Liberdade, de Richard LaGravenese (1995). A autora salienta que os filmes têm na literatura sua inspiração, sugerindo como complemento a leitura de textos de Borges e Canevacci.

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Biografia do Autor

Maria Ignês Carlos Magno, Universidade Anhembi Morumbi

Doutora em Ciências da Comunicação pela ECA/USP. Professora do Mestrado em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi e da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo.

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Publicado

2009-04-30

Como Citar

Magno, M. I. C. (2009). Fahrenheit 451 e Escritores da Liberdade: uma discussão sobre leitura, escrita, imaginação, resistência e liberdade. Comunicação & Educação, 14(1), 127-136. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v14i1p127-136

Edição

Seção

Videografia