http://www.revistas.usp.br:80/cpc/issue/feedRevista CPC2020-08-06T19:23:27-03:00Ana Célia de Mourarevistacpc@usp.brOpen Journal Systems<p>A <strong>Revista CPC</strong> é um periódico científico editado pelo Centro de Preservação Cultural da Universidade de São Paulo, órgão da Pró-Reitoria de Culura e Extensão Universitária. A temática da revista está voltada para a discussão e reflexão de questões afeitas ao patrimônio cultural em seus múltiplos aspectos: preservação do patrimônio; identificação e registro de bens culturais; educação patrimonial; referências culturais e memória social; instituições museológicas; arquivos, centros de memória e informação; coleções e acervos; conservação e restauro. Com periodicidade semestral, a revista publica artigos originais; resenhas; notícias e depoimentos. Anualmente publica uma edição especial temática, como Dossiê. Desde sua criação, em 2005, a <strong>Revista CPC</strong> vem se dedicando regularmente à promoção da pesquisa e à disseminação do conhecimento no campo do patrimônio cultural. Publicada exclusivamente em formato eletrônico, passou a integrar o Portal de Revistas da USP em 2014. Os metadados da <strong>Revista CPC</strong> estão indexados em: REDIB - Rede Iberoamericana de Innovación y Conocimento Científico; Latindex - Sistema Regional de Información en Línea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal; Periódicos CAPES - Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES/MEC); Journals for Free - Diretório de periódicos de acesso livre; LivRe - Revistas de livre acesso (CNEN-MCTIC); Sociology Source Ultimate - Ebsco. Registrada no Diadorim - Diretório de políticas editoriais das revistas científicas brasileiras. Integrante da rede colaborativa LatinRev - Red Latinoamericana de Revistas Académicas en Ciencias Socialies y Humanidades (FLACSO ARGENTINA). </p>http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/173120Editorial2020-08-03T13:53:28-03:00Martha Marandinorevistacpc@usp.br<p>Neste número 29 da Revista CPC encontramos artigos que vão analisar questões relacionadas não só à proteção da paisagem e à patrimonialização do território, mas também discutindo a relação entre educação patrimonial e educação ambiental. O material que aqui se apresenta aborda, ainda, diferentes tipologias de patrimônio, perpassando experiências e estudos que analisam, inventariam e problematizam elementos ligados à dimensão material e imaterial do patrimônio, como a memória coletiva, a arquitetura e a cidade.</p>2020-07-31T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/161594Paisagem cultural e espírito do lugar como patrimônio: em busca de um pacto social de ordenamento territorial2020-08-03T13:53:29-03:00Sílvia Helena Zaniratoshzanirato@usp.br<p>Este texto contempla as relações entre a proteção da paisagem e o espírito do lugar, em particular os desafios para que essa proteção possa ser efetiva. Assim, a análise trata do histórico da proteção pelos órgãos envolvidos com o patrimônio, das dificuldades de fazer valer a proteção pretendida e da necessidade de um pacto de gestão com todos os envolvidos no território que se quer patrimonializar, condição sine qua non para a efetividade da preservação de algo que é desafiador: o espírito do lugar.</p>2020-07-31T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/166782Visões de patrimônio e cidade2020-08-03T13:53:28-03:00Andréa de Oliveira Tourinhoandrea.tourinho@saojudas.brLarissa Tesubake de Fariaslarissa.tesubake@gmail.com<p>O artigo analisa três inventários de bens culturais realizados no município de Santo André, no Grande ABC Paulista, na Região Metropolitana de São Paulo, entre os anos de 1998 e 2009, com recorte espacial na área central da cidade. Os trabalhos foram realizados por distintas equipes, duas contratadas pela prefeitura e a terceira integrante do corpo técnico da municipalidade. A análise comparativa desses inventários reflete diferenciadas visões de patrimônio e de cidade, sendo que a trajetória desses estudos revela a ampliação da noção de patrimônio cultural e da percepção do urbano como bem cultural. Do conceito de bem isolado à paisagem cultural, o caso de Santo André evidencia uma mudança conceitual acelerada no tempo, acompanhada de uma visão urbana em que a cidade da história cede lugar à cidade da memória. </p>2020-07-31T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/166593A memória coletiva como heterotopia2020-08-03T13:53:28-03:00Fernanda Cristine dos Santos Bengiofernandabengio@ymail.comFlávia Cristina Silveira Lemosflaviacsl@gmail.com.brMargarete Cordeiro dos Santosflaviacsl@gmail.com.br<p>Buscou-se neste artigo apresentar uma análise da memória coletiva sobre o bairro da Campina, na cidade de Belém, Pará, como uma heterotopia afirmada pela construção da Belém da Saudade que se assenta nas evocações mnemônicas da belle époque. A sustentação teórica e metodológica do texto foi construída a partir das contribuições de Michel Foucault, Ecléa Bosi, Maurice Halbwachs e Michel Pollak. Foi traçada uma análise arqueogenealógica do espaço patrimonializado, a qual foi costurada pela problematização<br>da memória coletiva sobre ele e seus efeitos. Para dar corpo a esta pesquisa, foram trazidos recortes das entrevistas realizadas com moradores e ex-moradores de Campina. O mapeamento discursivo aponta a memória coletiva como dispositivo afetivo diretamente relacionado às práticas de cuidado com o bairro, bem como à produção de heterotopias, com seus sistemas de abertura e fechamento, que modulam os usos do espaço, bem como a relação entre os sujeitos.</p>2020-07-31T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/165491Educação ambiental e patrimonial2020-08-03T13:53:28-03:00Maurício José Morasi Costamauriciojosemorais@gmail.comRafael de Oliveira Duailiberduailibe@hotmail.comKláutenys Dellene Guedes Cutrimkdguedes@gmail.comAntonio Cordeiro Feitosaacfeitos@gmail.com<p>Estudo acerca das perspectivas e contribuições do diálogo entre educação patrimonial e educação ambiental para a preservação do patrimônio natural e o desenvolvimento da área Itaqui-Bacanga em São Luís do Maranhão. Aborda o patrimônio natural e a educação ambiental a partir de breve contextualização histórica e conceituação. Disserta sobre patrimônio cultural e educação patrimonial para esclarecer a relação que tais categorias estabelecem com a educação ambiental. Discute a relação necessária entre educação patrimonial, ambiental e patrimônio natural, bem como as contribuições desse diálogo para a preservação do patrimônio ambiental da área Itaqui-Bacanga. Caracteriza a área e, em seguida, aponta as perspectivas e estratégias de educação ambiental e patrimonial para preservação do patrimônio natural na região. Reforça que trabalhar a educação patrimonial e ambiental na área Itaqui-Bacanga deve ser algo conjunto, com vistas à preservação dos patrimônios culturais e naturais.</p>2020-07-31T08:07:20-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/166764Sanatório Barros Barreto (Belém-Pa)2020-08-04T18:15:33-03:00Larissa Silva Leallarissaleal711@gmail.comCybelle Salvador Mirandacybelle1974@hotmail.com<p>A discussão a respeito do patrimônio cultural da saúde no Brasil tem se evidenciado nos últimos anos, principalmente a respeito dos desafios de valorização do patrimônio material e imaterial, dentre estes a arquitetura assistencial. O Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB) começou a ser construído no ano de 1938 como Sanatório Barros Barreto e, em 1976, deixa de ser sanatório, passando a ser chamado de Hospital Barros Barreto. Nesse momento, a instituição se torna também um local provedor de desenvolvimento da ciência por meio das pesquisas em agentes etiológicos das enfermidades incidentes na região amazônica. Este artigo tem por objetivo abordar a arquitetura do HUJBB enquanto patrimônio e,<br>assim, entender os elementos arquitetônicos que contribuem para o modelo de tratamento que se propunha a abrigar no antigo sanatório paraense.</p>2020-07-31T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/163444Estação da Memória de Joinville2020-08-03T13:53:28-03:00Vinícius José Miraviniciusmira1987@gmail.comFernando Cesar Sossaifernandosossai@gmail.com<p>Este artigo tem como objetivo discutir o processo de patrimonialização da antiga Estação Ferroviária de Joinville, Santa Catarina, sede da atual Estação da Memória de Joinville (1996–2010). Nesse contexto, refletimos sobre como os processos de patrimonialização da estação (municipal, estadual e federal)<br>historicamente corporificaram ações governamentais voltadas à fabricação de um patrimônio cultural considerado estratégico para o estado de Santa Catarina. Em termos teórico-metodológicos, nossas reflexões amparam-se na análise documental dos processos de tombamento da referida estação, bem como nos trabalhos de Laurajane Smith (2006), Nathalie Heinich (2018) e Carlos Fortuna (2012).</p>2020-07-31T08:16:37-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/164862O uso de ferramentas digitais na preservação da arte escultórica tumular2020-08-03T13:53:29-03:00Fabiana Lopes de Oliveirafloliveira@usp.brReinaldo Luiz Santoslsreinaldo@usp.br<p>Cemitérios são espaços onde é possível identificar elementos culturais de uma sociedade, que se expressam pela arquitetura do túmulo e do paisagismo. Porém o distanciamento das pessoas destes locais os torna propícios para a ação dos vândalos. Logo, as necrópoles precisam ser incluídas em roteiros culturais nas cidades, além de serem instituídos programas de manutenção periódica e segurança nos túmulos, capelas e mausoléus. O objetivo deste estudo é apresentar duas formas de preservação do patrimônio cultural: a primeira consiste na identificação das principais manifestações patológicas que danificam as esculturas, com a confecção dos mapas de danos; e a segunda, no levantamento das características físicas das peças, de modo a documentar suas formas, cores, texturas e volumetria. Para ambas as propostas, utilizaram-se duas ferramentas digitais atuais: a fotogrametria e o escaneamento a laser. As obras estudadas são: Pietá (1929), do escultor Galileo Emendabili, localizada no Cemitério da Consolação em São Paulo e Último adeus (1945), de Alfredo Oliani, no Cemitério São Paulo, utilizando-se os softwares ReCap Photo, da Autodesk, e Trimble RealWorks, da empresa Trimble, para obtenção dos modelos tridimensionais das obras escultóricas. Constatou-se que para a utilização destas tecnologias é necessário planejamento prévio para o levantamento<br>dos dados, principalmente devido às interferências climáticas e de localização das obras. As ferramentas utilizadas foram eficientes quanto à caracterização formal das obras e podem ser utilizadas para a preservação conceitual e material da peça.</p>2020-07-31T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/167343Resenha2020-08-06T17:47:45-03:00Eduardo Bacani Ribeiroeduardoribeiro5@hotmail.com<p>Resenha do livro <em>Preservação do patrimônio arquitetônio da industrialização: problemas teóricos de restauro, </em>segunda edição (2018), de autoria de Beatriz Mugayar Kühl.</p>2020-07-31T10:52:16-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/167786Patrimônio imaterial e paisagem cultural cafeeira na Colômbia2020-08-03T13:53:28-03:00Alejandro Escobar Hoyosalescobar@utp.edu.co<p>O seguinte artigo mostra algumas contradições do patrimônio imaterial e paisagem cultural cafeeira na Colômbia e como elas refletem nos camponeses e agricultores que vivem do plantio de café. Esta discussão também faz parte de um projeto de mestrado no Programa de Antropologia Social (PPGAS), na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).</p>2020-07-31T08:34:50-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/171032Patrimônio e história da indústria dos mármores no Alentejo (Portugal)2020-08-03T13:53:28-03:00Clara Moura Soaresclaramourasoares@letras.ulisboa.ptRute Massano Rodriguesruteamrodrigues@letras.ulisboa.ptCarlos Filipecarlosfilipe2.cechap@gmail.com<p>O projeto Patrimônio e História da Indústria dos Mármores (PHIM), baseado em práticas e princípios interdisciplinares, pretende destacar a importância dos mármores portugueses do Anticlinal Alentejano num contexto de valorização patrimonial e cultural de uma região onde a indústria das rochas ornamentais define paisagens, molda a economia, estabelece modos de vida. O conhecimento, atingido através da investigação científica, vem sendo disseminado através de várias plataformas e públicos, contribuindo para o desenvolvimento regional e proporcionando conteúdos sólidos para um turismo industrial e cultural de qualidade. Após duas fases do projeto que permitiram alcançar um amplo conhecimento sobre a aplicação dos mármores do Alentejo no patrimônio artístico, a 3ª fase pretende ampliar a cronologia em estudo – da época romana ao século XX – e abrir novas perspetivas interdisciplinares, com a cooperação da História do Direito e da História da Economia.</p>2020-07-31T08:40:24-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/cpc/article/view/173004Documento unificado2020-08-06T19:23:27-03:00Maurício Cândido da Silvamaumal@usp.br<p>Este texto apresenta documento elaborado pela Rede USP de Profissionais de Museus e Acervos que tem o objetivo de compilar, registrar e compartilhar conhecimentos e reflexões, propor diretrizes e protocolos sobre a prática técnica para orientação aos profissionais de museus.</p>2020-07-31T08:45:02-03:00##submission.copyrightStatement##