L'Amant de la Chine du Nord: livro, filme, noite

  • Andréa Correa Paraiso Müller Universidade Estadual de Ponta Grossa

Resumo

Na trajetória artística de Marguerite Duras, a relação entre cinema e literatura não se limita à passagem do texto à tela, mas compreende também o caminho inverso, da tela ao texto. Mais do que transformar filmes em livros, Duras fez literatura em diálogo com o cinema. No presente artigo, temos por objetivo analisar a maneira pela qual a linguagem cinematográfica perpassa a linguagem literária e vice-versa em L’Amant de la Chine du Nord (1991), texto que, embora chamado de romance por sua própria autora, organiza-se a partir de elementos próprios a um paratexto fílmico.

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Biografia do Autor

Andréa Correa Paraiso Müller, Universidade Estadual de Ponta Grossa
Doutora em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Professora adjunta do Departamento de estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Ponta Grossa-PR (UEPG) e docente permanente do programa de Mestrado em Linguagem, Identidade e Subjetividade da mesma instituição.
Publicado
2016-11-23
Como Citar
Paraiso Müller, A. (2016). L’Amant de la Chine du Nord: livro, filme, noite. Revista Criação & Crítica, (16), 91-102. https://doi.org/10.11606/issn.1984-1124.v0i16p91-102
Seção
Artigos