O silêncio do estrangeiro: por uma tentativa da tradução da letra nos primeiros cadernos de Albert Camus

  • Albert Camus
  • Samara Fernanda A. O. de Lócio e Silva Geske Universidade de São Paulo; Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas; Departamento de Letras Modernas
  • Raphael Luiz de Araújo Universidade de São Paulo; Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas; Departamento de Letras Modernas
Palavras-chave: tradução, cadernos, silêncio, Albert Camus, Antoine Berman

Resumo

Partindo das teorias de Antoine Berman em A prova do estrangeiro, o presente artigo tem como objetivo introduzir uma discussão acerca da tradução dos primeiros cadernos de Albert Camus. A proposta de uma tradução da letra do original permite que se conserve a natureza própria dos cadernos que é de ser fragmentário, íntimo e inacabado, evitando, assim, processos como o de clarificação e o de enobrecimento. Essa postura tradutória se coaduna com a temática camusiana do silêncio e do estranhamento, que podemos observar ao longo de toda  sua obra, e particularmente nos cadernos.

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Biografia do Autor

Samara Fernanda A. O. de Lócio e Silva Geske, Universidade de São Paulo; Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas; Departamento de Letras Modernas
Doutoranda em Literatura Francesa junto à área de Estudos Linguísticos, Literários e Tradutológicos em Francês (FFLCH-USP).
Publicado
2013-05-22
Como Citar
Camus, A., Geske, S., & Araújo, R. (2013). O silêncio do estrangeiro: por uma tentativa da tradução da letra nos primeiros cadernos de Albert Camus. Revista Criação & Crítica, (10), 107-118. https://doi.org/10.11606/issn.1984-1124.v0i10p107-118
Seção
Tradução