Orientação Sexual e Diferencial de Salários no Mercado de Trabalho Brasileiro

Autores

  • Daniel Suliano Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceara
  • Guilherme Irffi Universidade Federal do Ceará
  • Márcio V. Corrêa Universidade Federal do Ceará
  • Alexsandre Calvancante Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará
  • Jimmy Oliveira Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.11606/1413-8050/ea123974

Palavras-chave:

Novos Arranjos Familiares, Orientação Sexual, Censo, Diferencial de Salário

Resumo

Este trabalho analisa o diferencial de salários no Brasil a partir da orientação sexual com base no Censo 2010. Não foram observados padrões sistemáticos nas estimações tanto em homens como em mulheres, mas diferenças estatisticamente significativas a favor dos casais do mesmo sexo. Destaca-se que os casais gays ganham, em média, 25,11% a mais que os casais heterossexuais, mantendo fixas suas condições de ocupação e ramos de atividade nas estimativas de MQO. No que tange às mulheres, casais de lésbicas ganham, em média, 13,84% a mais nos modelos de correção de seletividade amostral com controle de todas as características observadas

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Publicado

2016-09-01

Como Citar

Suliano, D., Irffi, G., Corrêa, M. V., Calvancante, A., & Oliveira, J. (2016). Orientação Sexual e Diferencial de Salários no Mercado de Trabalho Brasileiro. Economia Aplicada, 20(3), 195-222. https://doi.org/10.11606/1413-8050/ea123974

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