Tabagismo e penalização salarial no mercado de trabalho brasileiro

Autores

  • Aléssio Tony Cavalcanti de Almeida Universidade Federal da Paraíba
  • Ignácio Tavares de Araújo Júnior Universidade Federal da Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.11606/1413-8050/ea146024

Palavras-chave:

Tabagismo, Mercado de Trabalho, Produtividade.

Resumo

Esse artigo investiga a heterogeneidade da repercussão de hábitos pessoais não saudáveis, expressa pelo o uso do cigarro, sobre a produtividade do trabalho no Brasil. Baseado na Pesquisa Especial de Tabagismo integrante da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2008, os principais modelos empíricos são desenvolvidos por meio de regressão quantílica com variáveis instrumentais. Os resultados encontrados explicitam que fumantes, independentemente dos modelos condicionados para a mé- dia ou por quantil com e sem variáveis instrumentais, apresentam menor rendimento do trabalho. Assim, a penalização salarial para fumantes com controle para endogeneidade varia de 15,2% a 36,5% ao longo da distribuição condicional dos rendimentos individuais.

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Biografia do Autor

Aléssio Tony Cavalcanti de Almeida, Universidade Federal da Paraíba

Programa de Pós-Graduação em Economia – PPGE/UFPB

Ignácio Tavares de Araújo Júnior, Universidade Federal da Paraíba

Programa de Pós-Graduação em Economia – PPGE/UFPB

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Publicado

2017-06-01

Como Citar

Almeida, A. T. C. de, & Araújo Júnior, I. T. de. (2017). Tabagismo e penalização salarial no mercado de trabalho brasileiro. Economia Aplicada, 21(2), 249-276. https://doi.org/10.11606/1413-8050/ea146024

Edição

Seção

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