Gastos em educação: mais recursos sem gestão?

Autores

  • Carlos Renato de Melo Castro Secretaria do Tesouro Nacional
  • Geraldo da Silva e Souza Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
  • Maria Eduarda Tannuri-Pianto Universidade de Brasília. Departamento de Economia

DOI:

https://doi.org/10.11606/1413-8050/ea154258

Palavras-chave:

Teoria da Firma, Educação, Forma Flexível de Fourier, Eficiência.

Resumo

Neste trabalho, modela-se uma função custo para o ensino fundamental brasileiro. Metodologicamente, destaca-se a utilização da Forma Flexí- vel de Fourier para transpor os vieses normalmente apresentados na utilização das formas flexíveis locais. Os resultados indicam que, tudo mais constante, mesmo gastos da ordem de 10% do PIB não seriam suficientes para alcançar a proficiência mínima para 100% dos alunos. Observou-se que municípios com mais renda, menos urbanos, com menos desigualdade de renda e com maiores taxas de analfabetismo apresentam maiores exigências de gastos e maiores níveis de ineficiência. Quanto às variáveis que estão sob a gestão educacional do município, destaca-se a importância do número de alunos por turma e da carga horária diária. Por fim, obteve-se ineficiência média de 14,7%.

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Publicado

2017-06-01

Como Citar

Castro, C. R. de M., Souza, G. da S. e, & Tannuri-Pianto, M. E. (2017). Gastos em educação: mais recursos sem gestão?. Economia Aplicada, 21(2), 285-309. https://doi.org/10.11606/1413-8050/ea154258

Edição

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