Foco e Escopo

Organizada pelo Grupo de Filosofia Crítica e Modernidade (FiCeM), um grupo de estudos constituído por professores(as) e estudantes de diferentes universidades brasileiras, a revista Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade é uma publicação semestral do Departamento de Filosofia da USP que, iniciada em 1996, pretende estimular o debate de questões importantes para a compreensão da modernidade.

Tendo como ponto de partida filósofos(as) de língua alemã, cujo papel na constituição dessa reflexão sobre a modernidade foi – e ainda é – reconhecidamente decisivo, os Cadernos de Filosofia Alemã não se circunscrevem, todavia, ao pensamento veiculado em alemão, buscando antes um alargamento de fronteiras que faça jus ao mote, entre nós consagrado, da filosofia como “um convite à liberdade e à alegria da reflexão”.

Processo de Avaliação pelos Pares

- Apenas serão encaminhados para o processo de avaliação os trabalhos que seguirem nossas normas de publicação tanto para o formato quanto para as referências bibliográficas dos artigos.

- Caso sigam as normas formais da revista (tamanho, regras para citações e referências bibliográficas), os artigos serão submetidos a dois pareceristas indicados pela Comissão Editorial e depois submetidos a esta, que se reserva o direito de aceitar, recusar ou reapresentar com sugestões de mudanças, o original do autor.

A revista conta com a colaboração de avaliadores externos alheios à sua equipe editorial e à instituição editora.
 
- Os artigos são enviados para dois pareceristas, preservando-se o anonimato do autor.
 
- A avaliação deve seguir o roteiro de avaliação da revista.
 
- A Comissão Editorial se reserva o direito de introduzir modificações necessárias para adaptar os textos ao padrão editorial e gráfico da revista. Em caso de eventuais modificações substanciais no âmbito conceitual dos textos, elas serão solicitadas aos autores.

 

Política anti-plágio

Os(as) autores(as) devem garantir a originalidade dos textos enviados à revista e todas as referências a trabalhos de distinta autoria devem ser devidamente explicitadas, indicadas com aspas (no caso de citações diretas) e referenciadas no corpo do texto.

Na prevenção de plágios, encorajamos os revisores a comentarem acerca da originalidade das submissões e, a partir de julho de 2018, implementaremos em todas as submissões o uso de software para identificação de plágio.

Esta revista segue diretrizes do COPE (Committee on Publication Ethics) de prevenção ao plágio: https://publicationethics.org/files/Code%20of%20Conduct_2.pdf  e utiliza a ferramenta SimilarityCheck (iThenticate) na checagem das submissões aprovadas.

 

Periodicidade

Semestral

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

 

Histórico do periódico

O Grupo de Pesquisa Filosofia Crítica e Modernidade (FiCeM), que edita os Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade, é composto por professores e estudantes que, ao longo de sua formação acadêmica, estiveram direta ou indiretamente ligados ao Grupo de Filosofia Alemã, da Universidade de São Paulo. Esse grupo se reúne regularmente desde 1994, tendo fundado e mantido em funcionamento, desde 1996, os Cadernos de Filosofia Alemã, publicação semestral do Departamento de Filosofia da USP.
 
De um tempo para cá, contudo, o grupo passou a sentir a necessidade de, por um lado, ampliar a sua abrangência temática, tendo em vista a participação de pesquisadores especializados em outras áreas da filosofia, e de, por outro lado, assumir como fio condutor de suas pesquisas e discussões aquilo que já vinha sendo, na prática, o nosso objeto de estudo: a modernidade, compreendida desde o ponto de vista da filosofia crítica.
 
Nesse sentido, reformulamos o escopo de nossa publicação, os Cadernos de Filosofia Alemã, que passaram a ter por subtítulo, a partir do número 17, Crítica e Modernidade, e decidimos reformular a configuração do grupo, tornando-o um grupo inter-universitário e cujo fio condutor passa a ser essa reflexão sobre a modernidade a partir de um quadro teórico fornecido pela filosofia crítica.