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Participação e liberdade política em Hannah Arendt

Yara Adario Frateschi

Resumo


Pretende-se, neste artigo, mostrar de que modo Arendt, mantendo-se fiel à sua posição marxista e à crítica contundente da democracia forma, combina elementos liberais e democráticos para defender um modelo de Estado constitucional, onde os direitos individuais sejam garantidos ao mesmo tempo em que sejam mantidos espaços de liberdade que permitam aos cidadãos tornarem-se, de algum modo, participantes da gestão governamental e das questões públicas em geral. Para tanto, me concentrarei, não nos textos em que Arendt se volta para o totalitarismo ou para a ditadura, mas naqueles (principalmente Da Revolução e Desobediência Civil) em que se dedica a refletir sobre os modos de gerar e ampliar espaços de liberdade em um contexto político em que as condições para tanto estão, em certa medida, já estabelecidas, como é o caso da república americana.

Palavras-chave


Hannah Arendt; Participação política; Liberdade; Instituições

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2318-9800.v0i10p83-100

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