A imputabilidade moral na Crítica da Razão Pura

  • Aguinaldo Pavão Universidade Estadual de Londrina
Palavras-chave: Caráter inteligível, Liberdade, Responsabilidade, Causalidade da razão

Resumo

Este artigo analisa o tratamento dado por Kant na Primeira Crítica à imputabilidade moral, concentrando-se basicamente na III parte do capítulo II do livro segundo da Dialética Transcendental, denominado "Solução das idéias cosmológicas da totalidade da divisão dos eventos a partir das suas causas". Nesta parte da Crítica da Razão Pura, Kant apresenta, dentro de sua estratégia argumentativa que visa resolver o problema da terceira antinomia, a distinção entre o caráter empírico e caráter inteligível. A partir da dupla maneira de consideração do sujeito agente, procura-se entender a tese de Kant sobre a imputabilidade moral. É questionada a posição de Kant defendida em B 583 de que um juízo de imputação requer o desprezo pelas condições empíricas, sejam estas internas ou externas.

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Biografia do Autor

Aguinaldo Pavão, Universidade Estadual de Londrina

Professor de Filosofia Universidade Estadual de Londrina (UEL,PR), mestre em Filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e doutorando em Filosofia na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Publicado
2000-12-24
Como Citar
Pavão, A. (2000). A imputabilidade moral na Crítica da Razão Pura. Cadernos De Filosofia Alemã: Crítica E Modernidade, (6), 33-49. https://doi.org/10.11606/issn.2318-9800.v0i6p33-49
Edição
Seção
Artigos