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A imputabilidade moral na Crítica da Razão Pura

Aguinaldo Pavão

Resumo


Este artigo analisa o tratamento dado por Kant na Primeira Crítica à imputabilidade moral, concentrando-se basicamente na III parte do capítulo II do livro segundo da Dialética Transcendental, denominado "Solução das idéias cosmológicas da totalidade da divisão dos eventos a partir das suas causas". Nesta parte da Crítica da Razão Pura, Kant apresenta, dentro de sua estratégia argumentativa que visa resolver o problema da terceira antinomia, a distinção entre o caráter empírico e caráter inteligível. A partir da dupla maneira de consideração do sujeito agente, procura-se entender a tese de Kant sobre a imputabilidade moral. É questionada a posição de Kant defendida em B 583 de que um juízo de imputação requer o desprezo pelas condições empíricas, sejam estas internas ou externas.

Palavras-chave


Caráter inteligível; Liberdade; Responsabilidade; Causalidade da razão

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2318-9800.v0i6p33-49

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