[1]
Viesenteiner, J. 2015. Estrutura formal e semântica do argumento autogenealógico em Nietzsche. Cadernos de Filosofia Alemã: Crítica e Modernidade. 20, 2 (dez. 2015), 105-119. DOI:https://doi.org/10.11606/issn.2318-9800.v20i2p105-119.