http://www.revistas.usp.br:80/flp/issue/feedFilologia e Linguística Portuguesa2020-04-03T16:55:34-03:00Sílvio de Almeida Toledo Netorevistaflp@usp.brOpen Journal Systems<p style="text-align: justify;">Ativa desde 1997, a Filologia e Linguística Portuguesa publica estudos em Filologia e Linguística, com atenção ao seu valor para as investigações sobre a linguagem em geral e a língua portuguesa em particular. Os trabalhos cobrem linhas diversas, como a crítica textual, a paleografia, a codicologia, a diplomática, a linguística histórica, os estudos gramaticais, a retórica, a análise do discurso e a historiografia linguística. A Revista oferece acesso aberto integral aos artigos, e está indexada em <a href="/flp/indexes">nove bases de dados nacionais e internacionais</a>. Saiba mais sobre nossa <a href="/flp/politica">política editorial</a> e sobre <a href="/flp/about//submissions">como submeter</a> artigos.</p>http://www.revistas.usp.br:80/flp/article/view/167196Apresentação2020-04-03T16:55:34-03:00Sílvio de Almeida Toledo Netorevistaflp@usp.brMaria Clara Paixão de Sousamariaclara@usp.brFlaviane Romani Fernandes-Svartmanflavianesvartman@usp.br2019-12-31T00:00:00-02:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/flp/article/view/163548O movimento linguístico discursivo na aquisição da escrita: uma abordagem dos mecanismos de junção aditivos na construção de sentidos no texto2020-04-03T16:55:34-03:00Lúcia Regiane Lopes Damasiol.damasio@unesp.br<p>Neste artigo, investigam-se os mecanismos de junção com acepção aditiva, em diferentes tradições discursivas produzidas por sujeitos em aquisição da escrita, com o objetivo de perseguir a hipótese de que o sujeito se movimenta pelo que (re)conhece como fixo e lacunar do texto, deixando rastros dessa circulação no modo escrito de enunciar. Para isso, adota-se um quadro teórico-metodológico em que a descrição da escrita infantil é pautada na consideração conjunta de aspectos linguísticos e discursivos, que permitem o reconhecimento, na escrita, desses rastros por meio do funcionamento dos mecanismos de junção. Os resultados alcançados, a partir de uma análise qualitativo-quantitativa, evidenciam que as práticas discursivas orais, em tradições textuais que se constituem no modo falado de enunciar, estão na origem das relações estabelecidas entre o sujeito e o (seu) texto escrito, no que diz respeito aos eixos vertical e horizontal de análise dos mecanismos de junção, ilustrando o movimento linguístico-discursivo na aquisição da escrita.</p>2019-12-31T00:00:00-02:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/flp/article/view/160655Contribuições da Gramática Discursivo-Funcional para o ensino da oração subordinada concessiva2020-04-03T16:55:34-03:00Talita Storti Garciatalita.garcia@unesp.brAliana Lopes Câmaraaliana@ifsp.edu.br<p>Este estudo investiga o tratamento conferido às orações subordinadas adverbiais concessivas em livros didáticos de Ensino Médio, aprovados no Programa Nacional do Livro Didático. Partindo-se de uma perspectiva contextualizada de ensino de gramática, em que os recursos linguísticos devem ser estudados a partir dos sentidos que produzem no texto, analisa-se se o texto é usado como contexto ou como pretexto para o ensino de gramática. Além disso, verifica-se se os livros didáticos caracterizam as concessivas a partir de aspectos pragmáticos, semânticos, morfossintáticos e fonológicos, ou se atêm à classificação semântica e morfossintática. Os resultados demonstram que normalmente o texto está presente, mas serve para a discussão de aspectos interpretativos, e não para a reflexão sobre o papel da concessão na produção dos sentidos. Ademais, predominam no tocante à oração subordinada concessiva aspectos semânticos e morfossintáticos, não se atentando para as propriedades pragmáticas e fonológicas da concessão. Defende-se aqui que o ensino da oração concessiva poderia ampliar seu escopo ao considerar as contribuições da análise discursivo-funcional da língua portuguesa.</p>2019-12-31T00:00:00-02:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/flp/article/view/162932Uma reflexão sobre o papel das preposições na distinção entre complementos nominais de substantivos e adjuntos adnominais preposicionados2020-04-03T16:55:34-03:00Anya Karina Campos D'almeida e Pinhocampos.anya@gmail.comSueli Maria Coelhosucoelho@ufmg.br<p>A forma pela qual se apresentam os complementos nominais de substantivos e os adjuntos adnominais preposicionados é similar, o que, normalmente, causa algum embaraço na distinção desses termos oracionais para fins de categorização. Os manuais normativos e pedagógicos tendem a ancorar essa distinção na concretude/abstração do nome que antecede a preposição e na agentividade do termo preposicionado, o que decorre de uma analogia com o emprego de determinadas preposições junto aos casos genitivo e dativo do latim. Assim, este trabalho buscou, a partir de uma análise comparativa de cunho intertextual empreendida entre manuais do latim e do português, tentar elucidar a distinção entre esses dois termos e propor um critério prioritariamente sintático para distingui-los. Delimitou-se a análise aos termos preposicionados que se ligam a nomes substantivos e explorou-se a hipótese de que o tipo de preposição pudesse ser relevante para se determinar a função sintática, levando-se em conta a classificação das preposições em essenciais e acidentais. Os resultados obtidos indicam que existe distinção entre os dois termos, mas que esta decorre não do tipo de preposição que o encabeça, mas da propriedade do nome substantivo de exigir ou de apenas admitir um termo preposicionado.</p>2019-12-31T00:00:00-02:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/flp/article/view/160947O prefixo 'des-' e palavras de valor negativo no período arcaico da língua portuguesa, vistos a partir de uma breve análise das Cantigas de Santa Maria2020-04-03T16:55:34-03:00Débora Aparecida dos Reis Justo Barretodebi_barreto@hotmail.comTamires Costa e Silva Mielotamires.mielo@gmail.comGladis Massini Cagliarigladis@fclar.unesp.br<p>O presente trabalho tem por finalidade analisar dois mecanismos bastante distintos em forma e função, mas que se aproximam em sentido, uma vez que denotam negação, do sistema do português da época arcaica: o prefixo des- e palavras de valor negativo (tais como sen, nunca, se non, senon, nen, non). Para tanto, foram observadas as dez primeiras Cantigas de Santa Maria. Foi possível verificar que o prefixo des-, ainda presente no Português Brasileiro atual, já se mostrava produtivo no sistema linguístico do século XIII, formando novos vocábulos por meio de bases verbais e nominais, ‛negadas’ a partir da adjunção do prefixo. Além disso, constatamos que as partículas com valor negativo no Português Arcaico apresentam um comportamento semelhante ao desses mesmos elementos no Português Brasileiro moderno, tanto com relação à produtividade como no que diz respeito à sua disposição organizacional.</p>2019-12-31T00:00:00-02:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/flp/article/view/163769Um estudo semântico sobre o léxico do português falado pelos gurutubanos2020-04-03T16:55:34-03:00Maria do Socorro Vieira Coelhosoccoelho@hotmail.com<p>O intento deste artigo é discorrer sobre o vocabulário do português falado cotidianamente pelos moradores da comunidade quilombola do Vale do Gurutuba, Minas Gerais, focando, especificamente, os casos de manutenção linguística, através da análise semântica das unidades lexicais. Investigou-se, no vernáculo em questão, a possibilidade da presença de aspectos lexicais detectados na língua portuguesa utilizada entre os séculos XIII e XV, apontando, além das questões estruturais, fatores históricos, sociais e geográficos como motivadores de tal conservação. O estudo fundamentou-se nos pressupostos teórico-metodológicos da Lexicologia, Lexicografia e da Linguística Histórica. Discutidas as estreitas relações entre o léxico do português falado pelos gurutubanos e seu universo natural, sócio-histórico e cultural, 254 (duzentas e cinquenta e quatro) unidade lexicais foram selecionadas e sistematizadas em fichas lexicográficas. A partir disso, investigou-se a presença daquelas unidades e das suas acepções em dicionários e pesquisas lexicográficas selecionados para o estudo comparativo desenvolvido. Com base na organização dos dados, as análises foram feitas e seus resultados revelaram que predomina a conservação de unidades lexicais no vocabulário do português falado pelos habitantes do Vale do Gurutuba.</p>2019-12-31T00:00:00-02:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/flp/article/view/159825O desenvolvimento de capacidades linguageiras: análise de sequência didática do gênero artigo de opinião no Ensino Médio Noturno2020-04-03T16:55:34-03:00Rosalina Dantas da Silvarosa_rosadantas@hotmail.comAdair Vieira Gonçalvesadairgoncalves@uol.com.br<p>Esta pesquisa está inserida no campo aplicado dos estudos da linguagem e tem como objetivo geral avaliar como uma sequência didática foi recontextualizada numa turma do terceiro ano noturno do Ensino Médio de uma escola pública estadual localizada em Dourados, Mato Grosso do Sul. A sequência didática foi produzida colaborativamente por duas professoras: uma que atuou como colaboradora e a outra como pesquisadora. Os objetivos específicos desta pesquisa são: analisar a sequência didática no que se refere à distribuição das capacidades de linguagem e analisar o desenvolvimento das capacidades linguageiras dos alunos em relação à escrita do gênero artigo de opinião, depois da didatização da sequência didática, por meio das produções iniciais e finais. A pesquisa está embasada nos pressupostos téorico-metodológicos do interacionismo sociodiscursivo (Bronckart, 2006; 2007), consubstanciada nas teorias advindas da escola genebrina (Schneuwly; Dolz; Noverraz, 2004). Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, de cunho documental. Constituem o corpus a sequência didática, produções iniciais e finais dos alunos. Os resultados finais, definidos a partir da avaliação da sequência didática e das produções dos alunos, mostram que os alunos avançaram significativamente na capacidade linguístico-discursiva, mas apenas relativamente nas capacidades de ação e discursiva.</p>2019-12-31T00:00:00-02:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/flp/article/view/163496Linguística de corpus: teoria, perspetivas metodológicas e ensino das línguas2020-04-03T16:55:34-03:00Carlos Assunçãocassunca@utad.ptCarla Araújocarla.araujo@ipb.pt<p>A palavra ‛corpus’ reveste-se de ambiguidade, uma vez que diz respeito, por um lado, a um conjunto de dados e, por outro, a um conjunto de métodos. Em relação ao sentido de conjunto de dados, verifica-se que todos os linguistas são potenciais utilizadores de corpora, já que a Linguística é uma disciplina empírica. Os métodos sobre corpora, construídos a partir de simples concordâncias, são especialmente estatísticos e/ou probabilísticos. O contexto contemporâneo de ensino-aprendizagem das línguas impõe o desenvolvimento e a disponibilização de recursos didáticos, como as bases de dados que sirvam de suporte às exigentes e rigorosas práticas pedagógicas da conjuntura educativa do século XXI. Simultaneamente, este recurso permite ainda ao professor obter as competências necessárias para fomentar junto dos alunos uma atitude crítica e reflexiva sobre a língua, tendo em vista o desenvolvimento da capacidade de observação e análise da língua num processo de descoberta do seu sistema de funcionamento.</p>2019-12-31T00:00:00-02:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/flp/article/view/167198La escritura documental en un cabildo catedralicio ( XV XVIII): Resenha2020-04-03T16:55:34-03:00Jaume Xavier Ramon Estranyjaramon@ucm.es2019-12-31T00:00:00-02:00##submission.copyrightStatement##