O Pasamontañas como espelho

  • Alexander Maximilian Hilsenbeck Filho Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero
Palavras-chave: Arte, Cultura, Zapatista, EZLN, CompArte

Resumo

O ensaio fotográfico buscou contemplar a paradoxal característica dos rostos indígenas zapatistas cobertos pelos pasamontañas. O que permitem desvelar e para quais possibilidades apontam os olhares insurgentes? Como em um espelho - em que podemos enxergá-los e, concomitantemente, enxergar-nos - o que vemos? Que outros mundos podemos imaginar pelos olhos de rostos cobertos de dignidade, que há mais de duas décadas, entre o fogo e a palavra, constroem processos de autonomia política e social?

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Biografia do Autor

Alexander Maximilian Hilsenbeck Filho, Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero

É professor de Ciência Política e Cultura Brasileira na Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero (FCL), instituição que auxiliou esta pesquisa através de seu Centro Integrado de Pesquisa. Doutor em Ciência Política (Unicamp) investigou dilemas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra; Mestre em Ciências Sociais (Unesp) com trabalho sobre a práxis do Exército Zapatista de Libertação Nacional; Bacharel e Licenciado em Ciências Sociais (Unesp); está como pesquisador no: NEILS; GT ACySE-CLACSO; Grupo de Comunicação, Política e Sociedade do Espetáculo da Cásper Líbero.

Publicado
2018-07-23
Como Citar
Hilsenbeck Filho, A. (2018). O Pasamontañas como espelho. GIS - Gesto, Imagem E Som - Revista De Antropologia, 3(1). https://doi.org/10.11606/issn.2525-3123.gis.2018.142531
Seção
G.I.S - Gestos, Imagens e Sons