http://www.revistas.usp.br:80/gis/issue/feedGIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia2020-08-24T15:18:57-03:00Sylvia Caiuby Novaesrevistagis@usp.brOpen Journal Systems<p>A<em><strong> GIS – Gesto, Imagem e Som – Revista de Antropologia</strong></em> é uma revista acadêmica que engloba os campos da antropologia visual, da música e do som, da performance, do teatro e da arte.</p> <p>Com vistas a criar um espaço de interlocução internacional dos materiais e reflexões produzidos por esses campos, aceitamos publicações em português, espanhol, inglês e francês, sendo que, no caso dos artigos publicados em português e espanhol, o autor deverá também providenciar a tradução do artigo para o inglês.</p> <p>O bilinguismo nos artigos em espanhol e português tem por objetivo divulgar mais amplamente a produção latino-americana e de língua portuguesa.</p> <p> </p>http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/173769Editorial2020-08-24T15:18:30-03:00Andrea Barbosaacmmb66@gmail.comEdgar Teodoro da Cunhaedgarteodorocunha@gmail.comÉrica Giesbrechtegiesbrecht@gmail.comFrancirosy Campos Barbosafrancirosy@gmail.comJohn Cowart Dawseyjohndaws@usp.brPaula Morgado Dias Lopespaulamdl@gmail.comRose Satiko Gitirana Hijikirose.satiko@gmail.comSylvia Caiuby Novaesscaiuby@usp.brVitor Grunvaldvgrunvald@gmail.com<p>Editorial do Volume 5 da GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/171664Filmes como coisas na Índia colonial2020-08-24T15:18:31-03:00Marcus Banksmarcus.banks@anthro.ox.ac.uk<p>Este artigo argumenta que um produto visual também é material, no sentido de que objetos visuais (mesmo digitais) podem circular pelos mais variados espaços e, dependendo do contexto, podem adquirir ou expressar propriedades muito diferentes. Este artigo baseia-se em pesquisas conduzidas pelo autor em arquivos de filmes na Índia e no Reino Unido. O objetivo é mostrar que os filmes de não ficção (e a duração das filmagens) filmados por oficiais coloniais britânicos e visitantes da Índia na primeira metade do século XX formam “documentos” visuais que se baseiam em convenções fotográficas e filmes anteriores. Simultaneamente, o cinema de ficção indiano toma forma, com o trabalho pioneiro de DG Phalke. Os cinemas usam os mesmos materiais, possivelmente os mesmos tipos de câmera, porém sem intersectarem-se. Conclui-se que os filmes do período citado e posterior auxiliam entender as relações visuais entre o povo indiano como sujeito e os colonizadores britânicos.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163196Evgen Bavcar: autorretratos e as imagens-mancha2020-08-24T15:18:32-03:00Rodrigo Frare Baronirodrigof.baroni@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo apresenta a leitura de quatro autorretratos feitos pelo fotógrafo e filósofo cego Evgen Bavcar, os quais se encontram reunidos em seu livro </span><em><span style="font-weight: 400;">Memória do Brasil</span></em><span style="font-weight: 400;">, na tentativa de compreender como o fotógrafo constrói uma figura ou </span><em><span style="font-weight: 400;">persona</span></em><span style="font-weight: 400;"> do “fotógrafo cego”. Ao analisar o primeiro desses autorretratos, levanto a hipótese de que Bavcar apresenta um caráter de manifesto em seu livro e proponho pensar nessas fotografias enquanto </span><em><span style="font-weight: 400;">imagens-mancha</span></em><span style="font-weight: 400;">, as quais, ao dirigirmos nosso olhar esperando encontrar nelas imagens feitas por um cego, são capazes de devolver uma imagem de nossa própria cegueira comum, já que, situadas no liminar da visibilidade, questionam e colocam em disputa nosso imaginário acerca da cegueira.</span></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/165057O antropólogo-cineasta e o nativo-a(u)tor: as transformações de Oumarou Ganda e Petit Touré em Eu, um negro, de Jean Rouch2020-08-24T15:18:33-03:00Luis Felipe Kojima Hiranolfhirano@gmail.com<p>Este artigo apresenta a dimensão performática e corporal das personagens de Oumarou Ganda e Petit Touré no filme <em>Eu, um negro</em>, de Jean Rouch (1958). Para além da análise dos enquadramentos, falas e edição, enseja-se dar ênfase à interpretação da dimensão performática, tanto dos gestos corporais e feições faciais quanto da impostação da voz <em>off</em> de Oumarou Ganda e Petit Touré. Se, por um lado, compreender de que maneira a dimensão performática e corporal de Ganda e Touré cria uma <em>mise-en-scène</em> própria, possibilitando pensá-los como nativo-a(u)tores, por outro, analisar o espaço de criação das personagens traz apontamentos para pensar na construção do conhecimento antropológico a partir da relação entre Rouch e seus interlocutores.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163363Antropologia e Fotografia no Brasil: o início de uma história (1840-1970)2020-08-24T15:18:34-03:00Fabiene Gamafabienegama@gmail.com<p>Este artigo trata do início da relação entre antropologia e fotografia no Brasil. O objetivo é sistematizar uma história da produção fotográfica de caráter etnográfico no país, entre meados do século XIX e meados do século XX, para fins didáticos. Ou seja, o artigo foca no período que antecede a institucionalização da disciplina no país e a criação dos primeiros núcleos de pesquisa dedicados à Antropologia Visual, na década de 1980. Ao mesmo tempo em que tais produções são organizadas, o texto aponta lacunas encontradas na história levantada, indicando importantes desdobramentos futuros. Trata-se, assim, de uma história a ser reconstruída que, ainda assim, vale a pena ser contada.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163166Que samba é esse? Samba and batucada in Barcelona, Espanha2020-08-24T15:18:36-03:00Lisabete Coradinilisacoradini@gmail.com<p>Trata-se de um estudo sobre cenas musicais e transnacionalização. Analisei como a internacionalização da música brasileira e a chegada de imigrantes brasileiros proporcionaram a criação de novos espaços sonoros e novas maneiras de viver a música na cidade de Barcelona, na Espanha. Realizei um mapeamento de cenas musicais do samba, do samba-reggae e da batucada. Para realizar esta pesquisa, foram utilizados procedimentos metodológicos baseados em observação participante, entrevistas, registro audiovisual e audição de rádio. As análises teóricas seguiram os princípios e ferramentas da antropologia urbana, antropologia sonora e audiovisual. Esta pesquisa é fruto de um intenso trabalho etnográfico realizado entre os meses de junho de 2017 e julho de 2018.</p> <p> </p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/157126Terapêutica da insistência: a cena de música experimental e o uso do transe mediado pela música como terapêutica contra males causados pelo ethos paulistano2020-08-24T15:18:37-03:00Renato Albuquerque de Oliveirarenato.albuquerque@gmail.com<p>Este artigo pretende abordar como participantes da cena de música experimental de São Paulo realizam práticas terapêuticas através das performances que ali acontecem. A terapia consistiria no uso da música como mediadora para uma busca pelo transe, intencionando tratar estados como a ansiedade ou a condição patológica que o <em>blasé</em> citadino pode gerar. Esses males, como dizem, são ocasionados pelo <em>ethos</em> dessa cidade, vetor que lhes impõe a necessidade de adaptação a um modo de vida que não compactuam. Por fim, considera-se que o grau de proximidade entre o <em>performer</em> e o público é relacionado ao grau da eficácia do tratamento pretendido e, a partir da reflexão sobre esse grupo e uma rápida comparação com outros, sugere-se que formas de tratamentos como essa podem ser recorrentes entre populações marginalizadas, permitindo-lhes uma forma de insistir em um modo de vida paralelo ao <em>ethos</em> predominante.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/164859O conceito “campeiro” na música regional gaúcha: uma reconfiguração da ordem artístico/cultural2020-08-24T15:18:38-03:00Eduardo Hector Ferraroduferraro@yahoo.com.br<p><span style="font-weight: 400;">Desde 1971, com a realização do festival 1ª Califórnia da Canção Nativa, a música configura um campo de disputas entre tendências inovadoras e tradicionalistas no Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), e nas últimas quatro décadas assume um papel central, constituindo-se numa linguagem que agencia transformações nos discursos e na ordem cultural do gauchismo. O conceito “campeiro” aqui mencionado se apresenta como uma reconfiguração da ideia do nativismo, consagrada depois da 1ª Califórnia da Canção Nativa</span><em><span style="font-weight: 400;">,</span></em><span style="font-weight: 400;"> em uma espécie de transformação de ordem ontológica que aproxima e intensifica a linguagem musical voltada às formas de vida presentes na campanha do sul do Brasil. O material deste artigo surge através de entrevistas e conversas com músicos, poetas e compositores, e artistas que participam de eventos de música regional gaúcha.</span></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163019Amuletos em cantos dentro e fora do Pitt Rivers Museum: a antropologia que fazemos e a crítica das hegemonias contemporâneas2020-08-24T15:18:39-03:00Marta da Rosa Jardimmartabane@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Este artigo apresenta reflexões de uma pesquisa etnográfica sobre amuletos e encantos do Pitt Rivers Museum. Pretende contribuir com reflexões críticas sobre a produção do conhecimento. Apresenta os desafios e as práticas dos antropólogos contemporâneos na gestão, no estudo e na exibição de amuletos e encantos de outras sociedades. Evidencia a constante noção de transformação na história do museu. A seguir, registra reflexões acerca de inesperadas experiências na pesquisa: recente resultado de pesquisa da equipe do museu; Movimentos de uma etnografia em grupos de cantos; as quais sugerem investigação em torno de amuletos e encantos contemporâneos. Finaliza resgatando o potencial da etnografia realizada na prática de cantar coletivamente. Assinala a importância de uma atitude crítica diante de categorias de análise e pressupostos reproduzidos pela antropologia e permitidos pela posição ocupada pela disciplina e por suas alianças – muitas vezes silenciadas – com as práticas hegemônicas de produção de conhecimento.</span></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/165595Monumentos religiosos como um novo tipo de objeto: genealogia e atualidade de uma forma de presença católica no espaço público2020-08-24T15:18:40-03:00Emerson Alessandro Giumbelliemerson.giumbelli@yahoo.com.br<p>Partindo de uma situação etnográfica que envolve a construção recente de uma estátua de grandes proporções que representa uma santa católica, este texto busca apontar pistas que respondam à seguinte questão: o que faz um monumento? Articula inspirações que orientam a antropologia dos objetos com referências que constroem uma abordagem material da religião. Toma o Cristo Redentor em sua concepção e realização como protótipo de um novo tipo de objeto religioso. Considerando a crise que assola os paradigmas monumentais definidos até o início do século XX, constata a persistência de objetos que reiteram representações realistas e colossais de personagens religiosas. Sugere que esses monumentos religiosos recentes servem menos para uma função memorial e mais para estabelecer certas formas de presença católica no espaço público.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/165724Entre mar, montanha e iris do mundo todo: uma aproximação do Museu Penitenciário de Ushuaia2020-08-24T15:18:42-03:00Natalia Negrettinatalia_negretti@yahoo.com.br<p><span style="font-weight: 400;">“Los invitamos a caminar por los pasillos estrechos, asomarse a las celdas para imaginar cómo habría sido la vida en la cárcel”. Esse é o convite do Museo do Presidio de Ushuaia (Argentina) em sua página eletrônica. Ativado em 1902 a partir da transferência da prisão militar de San Juan do Salvamento, o presídio de Ushuaia teve um longo processo e hoje circunscreve um campo, além de histórico, cultural e turístico, ao significar-se como Museo. Tema de documentários e livros no território argentino, suas dimensões nos fazem questionar sobre turismo e este espaço. De antigo presídio experimental para museológico e turístico, dinamiza Memória. Quais são os arranjos dessa experimentação? Esse trabalho se debruça nas construções entrelaçadas e dinâmicas de, entre um conjunto, duas dimensões primordiais: desativação de prisão e ativação de Museo.</span></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/162789Objetos Chucros2020-08-24T15:18:43-03:00Geslline Giovana Bragageslline@gmail.com<p>O ensaio fotográfico Objetos chucros reúne restos de insumos de uso de insulina para o controle de diabetes com objetos familiares, propondo discussões sobre consumo de medicamentos e açúcar, memória e objetos e diálogos entre a arte contemporânea e a antropologia.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/162299Sobre Presenças2020-08-24T15:18:44-03:00Fabio Manzionefabio.manzione.ribeiro@usp.br<p>Este ensaio aborda questões acerca do processo de criação do curta-metragem Presenças e a influência desse experimento fílmico na pesquisa que desenvolvo sobre aspectos sensórios e a presença física na livre improvisação musical (LIM). Para elaborar os estudos, tenho feito uso de plataformas de comunicação virtual como meio para improvisar, a fim de submeter a LIM aos mecanismos de difusão da internet e, com isso, localizar elementos que elucidem discussões e promovam novas perspectivas sobre o tema.</p> <p><a href="#_ftnref1" name="_ftn1"></a></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163846Artefatos visuais em manifestações políticas: um ensaio sobre mutações nos modos de subjetivação e ação política entre 2013 e 20182020-08-24T15:18:45-03:00Henrique Z. M. Parrahenrique@pimentalab.net<p>Este ensaio explora certa configuração estético-política presente na fotografia de uma manifestação do dia 20 de junho de 2013, na Avenida Paulista, em São Paulo. Essa imagem anuncia uma partilha do sensível (nos termos de Rancière) em movimento, que será explorada num conjunto de fotografias de manifestações de rua de 2013 e 2018. Essas imagens disparam inúmeras perguntas sobre uma nova geometria das formas de representação política e sobre as mutações nos modos de subjetivação, indicando disputas sobre as composições e distribuições instituídas nos modos de ação política contemporâneos.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163412As imagens que me faltam2020-08-24T15:18:46-03:00Bárbara Copquebarbara.copque@gmail.com<p>No presente ensaio me proponho a vivenciar fotograficamente as minhas memórias e dar forma às lembranças compartilhadas pela minha mãe, me colocando numa atividade de imaginação durante uma viagem no Recôncavo Baiano, terra da nossa ancestralidade.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/171003Por uma Antropologia do corpo2020-08-24T15:18:46-03:00John Blackingrevistagis@usp.br<p><em><strong>Tradução do texto Towards an Anthropology of the Body, de John Blacking, publicado em The anthropology of the body (London: Academic Press, 1977), feita por Érica Giesbrecht, Laís Salgueiro e Ferran Tamarit Rebollo.</strong></em></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/171004The artist and the stone: projeto, processo e valor na arte contemporânea2020-08-24T15:18:47-03:00Roger Sansirogersanci@ub.edu<p>As práticas da arte contemporânea são frequentemente descritas ou como projetos ou como processos. Mas quando é possível dizer que um projeto ou processo artístico está finalizado? Como é avaliado? Este se torna um produto? Neste artigo, apresentarei uma obra de arte específica, The Artist and the Stone, onde um artista e um bloco de pedra de 22 toneladas foram trazidos da Palestina até Barcelona, Espanha. Por meio deste exemplo, irei explorar as diferentes temporalidades entre processo, projeto e produto na arte contemporânea. Minha premissa é que processo, projeto e produto são, frequentemente, justapostos de maneiras contraditórias em uma tensão contínua que acaba por revelar uma contradição mais profunda entre arte como forma de valor e arte como forma de vida.<br><br><strong><em>Tradução do texto The artist and the stone: project, process and value in contemporary art, de Roger Sansi, feita por Lindolfo Sancho.</em></strong><br><br></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163112Soma e subtração: territorialidades e recepção teatral2020-08-24T15:18:48-03:00Ruan Felipe Azevedoruan.azevedo@usp.brDiego Gonçalesdiemargon@hotmail.com<p>Elaborando um panorama das artes cênicas no país, Edélcio Mostaço narra por meio dos autores, obras, festivais e críticos que marcaram a dramaturgia contemporânea, um fragmento da história do Brasil. O autor também faz uma cuidadosa apresentação da chegada da teoria da recepção e apresenta seu escopo e assimilação no Brasil.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/162688A fabricação da crença por imagens, sons, objetos e corpos2020-08-24T15:18:49-03:00Marcus Vinícius Barretomarcusrbarreto@yahoo.com<p>Resenha de Meyer, Birgit Meyer. 2019. Como as coisas importam: uma abordagem material da religião. Organizado por E. Giumbelli, J. Rickli e R. Toniol. Porto Alegre: Editora da UFRGS.</p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/171002Navegar entre silêncios2020-08-24T15:18:50-03:00Luísa Valentiniluisa.valentini@gmail.com<p><em><span style="font-weight: 400;">Resenha de Cánepa Koch, Gisela e Ingrid Kummels, orgs. 2018. </span><span style="font-weight: 400;">Fotografía en América Latina: imágenes e identidades a través del tiempo y el espacio</span></em><span style="font-weight: 400;"><em>. Lima: Instituto de Estudios Peruanos.</em><br><br></span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Fotografia en América Latina (2018), livro editado por Gisela Cánepa Koch e Ingrid Kummels, reúne uma série de artigos sobre diferentes coleções fotográficas produzidas em contextos latino-americanos e as relações implicadas na produção de cada uma delas. O livro oferece uma visão panorâmica das proximidades e lacunas entre diferentes períodos históricos, diferentes perspectivas fornecidas pelos antropólogos e seus colaboradores de pesquisa ao longo do tempo e diferentes tradições dos estudos culturais e antropológicos da América Latina.</span></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163067Pedra da Memória: Euclides Talabyan, minha universidade é o tempo2020-08-24T15:18:51-03:00Andréa Silva D'Amatoandrea@andreadamato.com.br<p><span style="font-weight: 400;"><em>Resenha de Amaral, Renata. 2012. Pedra da Memória: Euclides Talabyan, minha universidade é o tempo.</em><br>O livro </span><em><span style="font-weight: 400;">Pedra da memória: Euclides Talabyan, minha universidade é o tempo</span></em><span style="font-weight: 400;">, de autoria da pesquisadora Renata Amaral, foi publicado</span><span style="font-weight: 400;"> em 2012 e faz parte de um projeto maior, que engloba também um documentário em vídeo</span><span style="font-weight: 400;"> e uma exposição que percorreu várias cidades brasileiras. A publicação trilíngue (português, inglês e francês) tem capa dura, formato quadrado (29 cm × 29 cm), 240 páginas e impressão de alta qualidade.</span></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163187Experiência mais que humana com Outro Fogo2020-08-24T15:18:52-03:00Felipe Figueiredofelipe.figueiredo1230@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Fagundes, Guilherme Moura. 2017. </span><em><span style="font-weight: 400;">Outro fogo</span></em><span style="font-weight: 400;">. Brasília, DF, Brazil, color, 21’, digital format. Accessed October 10, 2019. https://vimeo.com/313635468</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Esta resenha do filme Outro fogo (2017), de Guilherme Moura Fagundes, leva em consideração o ponto de vista do autor como espectador privilegiado, desde as imagens na tela até a experiência sensorial e narrativa construída ao longo do filme. Nos deparamos com uma questão: o que é o medo? Ao longo da narrativa nos confrontamos com ambientes em chamas e práticas sociotécnicas de manejo do fogo, colocando questões para nós mesmos acerca de nossos sentimentos e práticas em relação ao meio ambiente. Somos convidados a experienciar este outro fogo, diferente daquele que destrói as matas, através da narrativa fílmica construída pelo autor.</span></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163106Deixa na régua: estética e sociabilidade em barbearias do Rio de Janeiro2020-08-24T15:18:54-03:00Debora Costa de Fariafaria.debc@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">DOMINGOS, Emilio. </span><em><span style="font-weight: 400;">Deixa na régua</span></em><span style="font-weight: 400;">. 2016, Rio de Janeiro, Brasil, 73 min.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;"><em>Deixa na régua</em> (2016) é uma espécie de desdobramento do trabalho anterior de Emílio Domingos, <em>A Batalha do Passinho</em> (2012). No filme, mais uma vez, o diretor privilegia as estéticas criadas em espaços físicos e simbólicos de lugares afastados e muitas vezes pouco valorizados das grandes cidades. Faz isso ao desvendar as relações (não apenas comerciais) que são construídas entre barbeiros e seus clientes nos subúrbios e periferias do Rio de Janeiro.</span></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/163091Entre Parentes, quem?2020-08-24T15:18:53-03:00Amanda Signoriamanda.signori@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">Resenha do filme dirigido por Tiago de Aragão, </span><em><span style="font-weight: 400;">Entre parentes (2018, Brasil, cor, 27 min.)</span></em><span style="font-weight: 400;"> Resenha do curta-metragem Entre Parentes dirigido por Tiago de Aragão, da Universidade Federal de Brasília, que recebeu o segundo lugar no Prêmio Pierre Verger na 31ª Reunião Brasileira de Antropologia. Acompanhando caminhos que o cineasta percorre e observa, somos provocados por cenas de uma guerra instaurada, que evoca lugares e posições. Em uma guerra não há meio termo e o contexto em si, anuncia o final do mês de abril, em 2017, passado um ano do impeachment da ex-presidente Dilma, que retirou a primeira mulher eleita na história do país. Ocasião mesma em que Brasília recebia o 14º Acampamento Terra Livre, tendo sido a maior mobilização coletiva entre os povos indígenas do Brasil e seus aliados.</span></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##http://www.revistas.usp.br:80/gis/article/view/172250Corpo, lacuna, traço2020-08-24T15:18:55-03:00Carolina Junqueira dos Santoscarolinajs80@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">O </span><em><span style="font-weight: 400;">corpo</span></em><span style="font-weight: 400;"> é o que desaparece; a </span><em><span style="font-weight: 400;">lacuna</span></em><span style="font-weight: 400;">, o próprio desaparecimento; o </span><em><span style="font-weight: 400;">traço</span></em><span style="font-weight: 400;">, aquilo que resta, a marca no espaço, rastro, vestígio, cicatriz. Durante sete anos, caminhei por diversas paisagens e narrativas em busca dos mortos, fotografando o que encontrava: pedras, ossos, cinzas, florestas, ruínas, casas, trilhos de trem. As imagens agora compõem um arquivo, uma espécie de atlas warburguiano em que elas podem se encontrar, se confrontar, se inventar. </span><span style="font-weight: 400;">O website </span><strong><em>Corpo, lacuna, traço</em></strong><span style="font-weight: 400;"> é um dos resultados da minha pesquisa pós-doutoral, que teve como eixo um estudo sobre monumentos e memoriais aos mortos. Através de reflexões sobre a imagem, o corpo, a memória e a morte, compreendo o memorial como o </span><em><span style="font-weight: 400;">novo corpo do morto</span></em><span style="font-weight: 400;">, a partir de um possível efeito de presença, já que ele </span><em><span style="font-weight: 400;">localiza</span></em><span style="font-weight: 400;"> o desaparecido no espaço físico e material de uma comunidade.</span> <span style="font-weight: 400;">Diante de um vasto arquivo de viagens e memórias, tento dar uma ordem ao que resta – as imagens. Algumas evidenciam o resto, o rastro, o traço. Outras evidenciam o apagamento dos mortos. Como ver o que a paisagem mostra?</span></p>2020-08-24T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##