O Movimento Sanitarista no Brasil: a visão da doença como mal nacional e a saúde como redentora

Autores

  • Luana Tieko Omena Tamano Universidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/khronos.v0i4.131909

Palavras-chave:

ciência, história, higiene, sanitarismo

Resumo

Pretende-se, com este artigo,  refletir acerca do movimento sanitarista no Brasil no decênio de 1910, por meio de uma análise histórica. Busca-se entender como a ideia de doença foi apresentada, pelos médicos sanitaristas, como um problema central que explicava o "atraso" nacional, o que, por sua vez, realocou a categoria de raça no discurso sobre o futuro do país.  Almeja-se, ainda, compreender o que esse movimento  significou para a saúde pública nacional, tencionando também demonstrar como os preceitos sanitários foram considerados de grande importância pela elite intelectual e política, resultando em sua propaganda e aplicação.

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Biografia do Autor

Luana Tieko Omena Tamano, Universidade de São Paulo

Historiadora graduada pela Unuversidade Federal de Alagoas e Mestre em História pela Universidade de São Paulo. Atuamente é aluna de Doutorado em História Social (História da Ciência) na Universidade de São Paulo.

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Publicado

2017-09-11

Como Citar

Omena Tamano, L. T. (2017). O Movimento Sanitarista no Brasil: a visão da doença como mal nacional e a saúde como redentora. Khronos, (4), 102-115. https://doi.org/10.11606/khronos.v0i4.131909

Edição

Seção

Artigos