A moderna cidade de São Paulo e as doenças do progresso, 1930-1970

Palavras-chave: Cidade de São Paulo, Modernidade, Doenças do progresso, Práticas médicas e de saúde pública

Resumo

O estudo aqui apresentado traz como eixo central de análise, a relação estabelecida entre a cidade de São Paulo a partir dos anos de 1930, quando se vê em franco processo de metropolização com contornos de uma determinada modernidade, comportando não apenas reconfigurações urbanas e populacionais, mas também de enfrentamento de doenças novas e velhas que tomaram a cena e ajudaram explicar a cidade, a partir das chamadas “doenças do progresso”. Com elas na pauta das autoridades médicas e de saúde, mas principalmente na vida de seus cidadãos, vai sendo possível compreender o desenho da cidade e o lugar dos indivíduos, noção central das arestas que comporiam a chamada “modernidade paulistana”.

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Biografia do Autor

Andre Mota, Universidade de São Paulo

Graduou-se em História pelo Depto. de História, FFLCH-USP em 1994, e desenvolveu seu projeto de doutorado entre 1995-2001 defendendo a tese: "Tropeços da medicina bandeirante, São Paulo, 1892-1920". Entre 2006-2008 recebeu uma bolsa de pós-doutoramento Fapesp, desenvolvendo seu projeto de pesquisa, "Mudanças corporativas e tecnológicas da medicina no Brasil: o caso paulista entre 1930-1950", junto ao Departamento de Medicina Preventiva, FMUSP. Atualmente se dedica ao estudo e pesquisa da história da Saúde Coletiva brasileira e sua particularidade no Estado de São Paulo. É Professor Livre-docente do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e Coordenador do Museu Histórico da Faculdade de Medicina (USP).

Publicado
2018-12-18
Como Citar
Mota, A. (2018). A moderna cidade de São Paulo e as doenças do progresso, 1930-1970. Khronos, (6), 30. https://doi.org/10.11606/khronos.v0i6.150669
Seção
Dossiê “História das Doenças e Artes de Curar”