Os velhos marinheiros, de Jorge Amado e o velho e o mar, de Hemingway: narrativas simbólicas do mar

  • Jairo Nogueira Luna Universidade de Pernambuco
Palavras-chave: Ernest Hemingway, Jorge Amado, Simbologia, Dicotomias, Hipérboles, Neo-estruturalismo, Semiótico

Resumo

Neste artigo, buscamos apresentar um trabalho de literatura comparada entre as obras Os Velhos Marinheiros, de Jorge Amado (1961 – traduzido para o inglês por Harriet de Onis, Home is the Sailor) e O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway (1951 – do original em inglês, The Old Man and the Sea, traduzido por Jorge de Sena). Destacamos na obra de Hemingway a questão das dicotomias e as interpretações simbólicas que envolvem Santiago e o peixe. Em Os Velhos Marinheiros demonstramos os aspectos relativos às narrativas fantasiosas de Vasco Moscoso. Em ambas as obras buscamos demonstrar a importância da hipérbole como recurso que define aspectos importantes dos dois enredos. Ainda, tentamos definir alguns aspectos relativos ao uso da ironia e do sentido trágico em Hemingway e tragicômico em Jorge Amado.

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Biografia do Autor

Jairo Nogueira Luna, Universidade de Pernambuco
Possui graduação em Letras pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1986), mestrado em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo (1997) e doutorado em Letras (Literatura Portuguesa) pela Universidade de São Paulo (2002) e pós-doutorado também pela USP (2011). Atualmente é professor adjunto da Universidade de Pernambuco (UPE, campus Garanhuns).
Publicado
2018-03-14
Como Citar
Luna, J. (2018). Os velhos marinheiros, de Jorge Amado e o velho e o mar, de Hemingway: narrativas simbólicas do mar. Literatura E Sociedade, 22(24), 10-26. https://doi.org/10.11606/issn.2237-1184.v0i24p10-26
Seção
Ensaios