O discurso do espaço e a representação do tribunal: as relações entre the Children Act e Bleak House

  • Cássia Escoza Universidade de São Paulo (USP)
Palavras-chave: Charles Dickens, Ian McEwan, Semiótica figurativa, Literatura e Direito

Resumo

Este artigo propõe uma análise comparativa entre as obras Bleak House (1853), de Charles Dickens e The Children Act (2014), de Ian McEwan, com base nos estudos semióticos da figuratividade. A observação das semelhanças e diferenças do discurso do espaço nos dois romances viabiliza a compreensão dos aspectos estilísticos e formais utilizados pelos autores, bem como do contexto histórico-cultural em que as obras surgiram. Mais especificamente, esta análise revela a estreita conexão das narrativas sobre a relação entre a literatura e os processos jurídicos na sociedade inglesa, em meados do século XIX e início do século XXI.

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Biografia do Autor

Cássia Escoza, Universidade de São Paulo (USP)

Pós-doutoranda em Letras Modernas na Universidade de São Paulo. Possui graduação (1993) em Letras pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, mestrado (2002) e doutorado (2014) em Teoria Literária também pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Dedica-se à pesquisa em Literatura Brasileira e Inglesa. É parecerista, autora de publicações acadêmicas e materiais didáticos.

Publicado
2018-03-14
Como Citar
Escoza, C. (2018). O discurso do espaço e a representação do tribunal: as relações entre the Children Act e Bleak House. Literatura E Sociedade, 22(24), 27-43. https://doi.org/10.11606/issn.2237-1184.v0i24p27-43
Seção
Ensaios